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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Catequese do Santo Papa: A Santa Missa X


PAPA FRANCISCO

AUDIÊNCIA GERAL
Praça São Pedro
Quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018



Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Bom dia mesmo se o dia é um pouco feio. Mas se a alma estiver em alegria é sempre um dia bom. Portanto, bom dia! Hoje a audiência será feita em dois lugares: um pequeno grupo de doentes está na Sala, devido ao tempo e nós estamos aqui. Mas nós vemo-los e eles vêem a nós através dos grandes écrans. Saudemo-los com um aplauso.

Continuemos com a Catequese sobre a Missa. A escuta das Leituras bíblicas, prolongada na homilia, ao que corresponde? Corresponde a um direito: o direito espiritual do povo de Deus a receber com abundância o tesouro da Palavra de Deus (cf. Introdução ao Lecionário, 45). Cada um de nós, quando vai à Missa, tem o direito de receber abundantemente a Palavra de Deus bem lida, bem proclamada e depois, bem explicada na homilia. É um direito! E quando a Palavra de Deus não é bem lida, não é pregada com fervor pelo diácono, pelo sacerdote ou pelo bispo não se cumpre um direito dos fiéis. Nós temos o direito de ouvir a Palavra de Deus. O Senhor fala para todos, Pastores e fiéis. Ele bate à porta do coração de quantos participam na Missa, cada um na sua condição de vida, idade, situação. O Senhor consola, chama, suscita rebentos de vida nova e reconciliada. E isto por meio da sua Palavra. A sua Palavra bate ao coração e muda os corações!

Por isso, depois da homilia, um tempo de silêncio permite sedimentar no ânimo a semente recebida, a fim de que nasçam propósitos de adesão ao que o Espírito sugeriu a cada um. O silêncio depois da homilia. Um bom silêncio deve ser feito ali e cada um deve pensar naquilo que ouviu.

Depois deste silêncio, como prossegue a Missa? A resposta pessoal de fé insere-se na profissão de fé da Igreja, expressa no “Credo”. Todos nós recitamos o “Credo” na Missa. Recitado por toda a assembleia, o Símbolo manifesta a resposta comum a quanto se ouviu juntos acerca da Palavra de Deus (cf. Catecismo da Igreja Católica, 185-197). Há uma ligação vital entre a escuta e a fé. Estão unidas. Com efeito, ela — a fé — não nasce da fantasia de mentes humanas mas, como recorda São Paulo, «é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus» (Rm 10, 17). Por conseguinte, a fé alimenta-se com a escuta e leva ao Sacramento. Assim, a recitação do “Credo” faz com que a assembleia litúrgica «medite novamente e professe os grandes mistérios da fé, antes da sua celebração na Eucaristia» (Ordenamento Geral do Missal Romano, 67).

O Símbolo de fé vincula a Eucaristia ao Batismo, recebido «no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», e recorda-nos que os Sacramentos são compreensíveis à luz da fé da Igreja.

A resposta à Palavra de Deus acolhida com fé expressa-se depois na súplica comum, denominada Oração universal, porque abraça as necessidades da Igreja e do mundo (cf. OGMR, 69-71; Introdução ao Lecionário, 30-31). É chamada também Oração dos fiéis.

Os padres do Vaticano II quiseram inserir de novo esta oração depois do Evangelho e da homilia, sobretudo aos domingos e dias festivos, para que, «com a participação do povo, se façam preces pela santa Igreja, pelos que nos governam, por aqueles a quem a necessidade oprime, por todos os homens e pela salvação de todo o mundo» (Const. Sacrosanctum concilium, 53; cf. 1 Tm 2, 1-2). Por conseguinte, sob a guia do sacerdote que introduz e conclui, «o povo, exercendo o seu sacerdócio batismal, oferece a Deus orações pela salvação de todos» (OGMR, 69). E depois das intenções particulares, propostas pelo diácono ou por um leitor, a assembleia une a sua voz invocando: «Ouvi-nos Senhor».

Com efeito, recordemos quanto nos disse o Senhor Jesus: «Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedi tudo o que quiserdes, e vos será feito» (Jo 15, 7). “Mas nós não acreditamos nisto, porque temos pouca fé”. Mas se nós tivéssemos uma fé — diz Jesus — como o grão de mostarda, teríamos recebido tudo. “Pedi tudo o que quiserdes, e vos será feito”. E neste momento da oração universal depois do Credo, é o momento de pedir ao Senhor as coisas mais fortes na Missa, as coisas de que precisámos, aquilo que desejamos. “Vos será feito”; de uma maneira ou doutra mas “vos será feito”. “Tudo é possível para aquele que crê”, disse o Senhor. O que respondeu aquele homem ao qual o Senhor se dirigiu para dizer estas palavras — tudo é possível para aquele que crê — ? Respondeu: “Senhor, eu creio. Ajuda a minha pouca fé”. Também nós podemos dizer: “Senhor, eu creio. Mas ajuda a minha pouca fé”. E devemos proferir a oração com este espírito de fé: “Senhor, eu creio, mas ajuda a minha pouca fé”. As pretensões de lógicas mundanas, ao contrário, não levantam voo rumo ao Céu, assim como permanecem desatendidos os pedidos autorreferenciais (cf. Tg 4, 2-3). As intenções pelas quais se convida o povo fiel a rezar devem dar voz às necessidades concretas da comunidade eclesial e do mundo, evitando recorrer a fórmulas convencionais e míopes. A oração “universal”, que conclui a liturgia da Palavra, exorta-nos a fazer nosso o olhar de Deus, que cuida de todos os seus filhos.

Fonte: Vaticano

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

RESPOSTA: Se a pessoa não puder calçar sapato, não vai na Santa Missa?

Ave Maria!

Caso a pessoa estiver com a unha encravada ou um corte no pé e não poder usar sapato não poderia ir a missa?

Se o chinelo ou sandália for o calçado que a pessoa tiver para usar não importa, o que vale é o desejo de seu coração, pois este Deus conhece.  

Queria apenas dizer que na missa o que menos deve nos preocupar é a roupa, nossa ou de nosso irmão, estamos lá para encontrar o próprio Deus e a santíssima Trindade

Esses questionamentos-comentários foram feitos no post onde respondi sobre a possibilidade de ir a Santa Missa de sandália.


Vamos por partes.

A questão em analise era sobre as Sandálias, e há sandálias de vários modelos que não impede quem está com unha encravada de calçar e ir na missa... assim como também não impede de ir trabalhar.







Sandálias, ao meu ver, é diferente de chinelo tipo havaianas, por exemplo; esse sim, totalmente inadequado para ir em qualquer Solenidade, como a Santa Missa.






Agora, se a pessoa não tem e não tem condições de comprar, ÓBVIO, que ela não vai faltar na Santa Missa por isso... toda regra há exceção, há motivos; o que não pode é fazer da exceção a regra, né?

Ai alguns podem dizer: "Ah, mas tem padres e religiosos que andam de chinelo!" Sim há. Os franciscanos, por exemplo, tem a veste apropriada ao carisma deles, que é diferente do sacerdote diocesano. Mas também há padres que não usam a veste apropriada - batina ou clergyman ou hábito religioso -, como tem padres que não observam as rubricas do Missal Romano ao celebrar a Santa Missa... há Padres e há padres. O importante é cada um fazer o que deve ser feito, da melhor maneira possível. Faça a sua parte. Vista-se como se deve. E depois "cobre" do seu sacerdote que ele observe as normas da Igreja. É o mínimo que o Católico deve fazer - sacerdote ou leigo.




Outro ponto: está errado pensar que ao ir na Santa Missa ou na Igreja o que menos devemos nos preocupar é com a roupa e o sapato; afinal, a nossa vestimenta e o nosso comportamento reflete o que somos e ajuda a nós e aos irmãos a nos portamos de forma digna dentro e fora da Igreja, na Santa Missa ou dentro dela.

Até porque, a modéstia e o pudor é algo que o católico deve observar, está disposto no Catecismo da Igreja Católica e está embutido em vários mandamentos.

O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade malsã. O pudor é discrição. (2522)

O escândalo, que consiste em levar alguém a fazer o mal, evita-se respeitando a alma e o corpo da pessoa. Se alguém induz deliberadamente outro a pecar gravemente, comete uma culpa grave. (2284-2287)

O baptizado, com a graça de Deus, em luta contra os desejos desordenados, chega à pureza do coração mediante a virtude e o dom da castidade, a pureza de intenção e do olhar exterior e interior, com a disciplina dos sentidos e da imaginação e pela oração. (2520)


A pureza exige o pudor, que, preservando a intimidade da pessoa, exprime a delicadeza da castidade e orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua comunhão. Ela liberta do erotismo difuso e afasta de tudo aquilo que favorece a curiosidade mórbida. Requer uma purificação do ambiente social, mediante uma luta constante contra a permissividade dos costumes, que assenta numa concepção errónea da liberdade humana. (2521-2527 e 2533)


Quando vamos numa ocasião solene - evento, casamento -, não nos preocupamos vários dias antes com a veste? Então, porque ao ir encontrar com o REI DOS REIS não devemos fazer o mesmo e até de forma mais intensa?

Veja: Se preocupar com a veste é diferente de comprar ou ter coisas caras. A mentalidade das pessoas esta muito deturpada sobre isso hoje em dia.

Não precisa ser coisa cara
Não precisa ser de marca
Não precisa tá "na moda"

Precisar ser digna
Precisa ser modesta
Precisa ser limpa
Precisa ajudar a você e aos outros a se concentrar e a perceber que não estão em um local qualquer, mas na Casa de Deus, diante D,Ele.

O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade malsã. O pudor é discrição. (2522)

Tanto é que no Vaticano há regras para entrar na Basílica de São Pedro.



Cada local tem um código apropriado de vestimenta: trabalho, escola, casa, praia, shopping... e na Igreja não é diferente!

Antigamente, todas as pessoas, tinham a "roupa do domingo" ou a "roupa da missa", mesmo aquelas pessoas mais humildes... então, porque hoje, quando as coisas são mais fáceis de serem encontradas e adquiridas, não podemos ter uma veste apropriada para nos encontrarmos com o Senhor?

Fonte: Catecismo da Igreja Católica

Nossa Senhora Puríssima, rogai por nós!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

RESPOSTA: Com que idade pode entrar no Instituto Hesed?

Ave Maria!

Tambem mandei um email para o convento de Anapolis-GO onde eu moro mas as irmãs de lá não me responderam ainda. Alguém sabe com quantos anos pode entrar no instituto Hesed? 


Regra

Idade Mínima - Só pode ingressar no noviciado com 18 anos;

Idade Máxima - A idade máxima para entrar é com 30 anos.


Porém, pode ser que entre com menos de 18 anos, mais com autorização dos pais, por escrito e registrado em cartório.

Quanto a idade máxima: Depois dos 30 anos, se entrar, será na Ordem Terceira.

Quem quiser saber mais sobre o Instituto Hesed: http://institutohesed.org.br/


Observação: A maioria das Congregações religiosas aceitam as noviças após os 18 anos e a idade limite (máxima) é entre os 30-35 anos de idade, para iniciar o acompanhamento.

Fonte: Irmãs do Instituto Hesed

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Ter padroeiros é bíblico?

A Fé Explicada | Jan 30, 2018 
 

Uma resposta curta e com embasamento sólido

A Bíblia diz que cada nação tem seu Padroeiro, seu Intercessor no céu   (Daniel 10,13.20-22; Apocalipse 2,1.8.12.18; 3,1.7.14).O livro de Daniel afirma que cada povo, nação, possui um Anjo Protetor (Daniel 10,13.20-22) , um responsável de apresentar as orações dos fiéis da terra e interceder pelas necessidade desse povo (Apocalipse  8, 3-4; Zacarias 1,12).

A IGREJA TEM PODER PARA DEFINIR O PADROEIRO DE UMA COMUNIDADE

A Igreja recebeu de Cristo, o Filho de Deus, Um com o Pai e o Espírito Santo, o poder de o que ligar na terra, ser ligado no céu (Mateus 16,19); assim ela pode decretar qual o Padroeiro de determinado povo, igreja ou nação.

Dessa forma, levando em consideração o desejo do povo cristão católico do Brasil, decretou oficialmente que Nossa Senhora representada na imagem de Aparecida, era a Padroeira do Brasil.

Assim como os anjos que vigiam lembrando a Deus as necessidades de Jerusalém (Zacarias 1,12-13; Isaías 62,6-7), Maria, Nossa Senhora Aparecida apresenta ao seu Filho as necessidades e preces do povo brasileiro, tal qual o anjo e os Santos Anciãos no livro do Apocalipse (Apo 5,8. 8,4).


Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Falta de dinheiro para cerimônia não é desculpa para não casar na Igreja

O Catequista | Fev 06, 2018 
 
Shutterstock

Se você acha difícil se casar na Igreja por conta de questões financeiras, leia isso

 

Muitos casais católicos vivem juntados sem o sacramento do matrimônio, ou são casados somente no civil. Eles não possuem nenhum impedimento moral para se casar, mas adiam o casamento eternamente porque teimam em relacionar cerimônia religiosa a altos gastos de dinheiro. Parem… apenas parem!

Para casar na igreja não precisa nem de vestido de noiva! Basta:
  • que os noivos estejam com a devida disposição de cumprir os votos matrimoniais (conforme as leis da Igreja);
  • que haja um casal de testemunhas (padrinhos);
  • que haja um ministro para presidir a cerimônia – que pode ser um diácono ou um sacerdote.
O casamento na igreja só é caro para quem quer e está disposto a pagar por certos luxos. Na maioria das dioceses, há paróquias que promovem anualmente casamentos comunitários, que são inteiramente GRATUITOS.

Caso em sua diocese não haja casamento comunitário, procure o pároco e explique sua situação financeira. Ele jamais poderá se negar a fazer seu casamento sem custo ou com uma taxa bem reduzida, em meio a uma missa regular da paróquia. A Igreja é Mãe, e não pode negar os sacramentos a nenhum filho que esteja preparado para recebê-los!

Mesmo sabendo disso, ainda tem casal amasiado que persiste em seu plano de só casar na Igreja quando tiver dinheiro para as flores, os músicos, a viagem de lua-de-mel, o bufê, o DJ, o fotógrafo e a bateria da Mangueira.

Esses casais estão deixando bem claro que são filhos do mundo, e não da Igreja. Materialistas e vaidosos, colocam as coisas do mundo acima das coisas do espírito. Preferem viver afastados da Eucaristia, preferem se arriscar a perder a alma no inferno do que deixar de impressionar azamiga com um festão.

O primeiro mandamento diz: “Amar a Deus acima de todas as coisas”. O sonho do casamento de princesa é bonito e justo, mas não deve ser colocado acima da vontade de Deus.

Se você tem grana para dar uma festa de arromba no seu casamento, faça isso e me convide! Se não tem, simplesmente se conforme. Ponha foco no essencial, que é formar uma família conforme o coração de Deus, e se case em uma cerimônia simples, se estiver convicto de estar fazendo a coisa certa, com a pessoa certa.


(via Catequista)

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
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