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terça-feira, 28 de março de 2017

Homem consegue viver sem sexo?

A Canção Nova está com um projeto falando sobre a Teologia do Corpo.

Em um desses vídeos o missionário Sandro Arquejada responde a essa pergunta. 
Importante para homens e mulheres.
Veja:



Quem se interessou pelo tema e quiser ver os outros vídeos é só procurar no YouTube.


São José, castíssimo, rogai por nós!

domingo, 26 de março de 2017

Hoje é dia de Catequese. Que roupa eu uso??


Na maioria das Paróquias a Catequese - Crianças, Jovens e Adultos - ocorre aos finais de semana, no sábado ou no domingo, antes ou depois da Missa.

Dessa forma, o catequizando tem a aula e depois participa da Missa ou participa da Missa e depois vai para a Catequese, por isso, deve-se prestar atenção qual a roupa usar, já que participaremos da Santa Missa.

É normal ver as pessoas vestidas de forma inadequadas (short, decote, camisa sem manga). 
Os pais - e os catequistas - devem orientar os catequizandos como se vestir para ir na Catequese/Missa.

E, uma vez que a Catequese ocorre na Igreja, o ideal é que se use uma roupa modesta.


Muitos podem pensar: "Ah, mas são crianças, não precisa também ser tão radical assim!" (sim, para alguns, usar roupas modestas é ser radical..)


Será que não?

Como diz um velho ditado popular:

É DE PEQUENO QUE SE APRENDE!

E, a Palavra de Deus nos orienta:

ENSINA À CRIANÇA O CAMINHO QUE ELA DEVE SEGUIR;
MESMO QUANDO ENVELHECER, DELE NÃO HÁ DE SE DESVIAR. 
(Provérbios 22, 6)



Assim ao ir para a Catequese evite usar:

a) Short (mesmo as crianças);
b) Mini-saia (mesmo as crianças);
c) Camisas com decotes (mesmo as crianças);
d) Calças justas (mesmo as crianças);
e) Bermudas;
f) Roupa transparente;
g) Tomara-que-caia (mesmo criança, pelo nome da peça, nota-se que ela não atende a modéstia).

Procure usar:

a) Calça ou saia/vestidos, pelo menos, na altura do joelho;
b) Camisas com manga;
c) Roupas que não marque muito o corpo
d) Camisas/Vestidos sem decotes.
 






Lembre-se: A modéstia vem do fato de você ser BATIZADO!

Fonte: Imagens da Internet

São José, rogai por nós!

sexta-feira, 24 de março de 2017

A pureza ou a modéstia no falar



Sermão para o 3º Domingo da Quaresma

19.03.2017 – Padre Daniel Pinheiro, IBP

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

Ave Maria…

Caros católicos, seguindo o nosso propósito durante essa Quaresma, trataremos de mais uma virtude aparentemente simples, mas bem importante: a pureza ou modéstia no falar. São Paulo trata hoje, em sua epístola, da castidade. Diz o apóstolo que nenhum fornicador ou impuro entrará no reino dos céus. Pouco antes, ele diz: nem sequer se nomeie entre vós a fornicação, a impureza, como convém a santos. E continua: nem palavras torpes, nem parvoíces, nem chocarrices. Palavras torpes são palavras impuras, palavrões, palavras chulas. Parvoíces são palavras tolas, idiotas. Chocarrices são brincadeiras indevidas, piadas indevidas e, se envolvem coisas indecentes, cairão também nas palavras torpes. O que nos interessa hoje é tratar dessas palavras torpes, obscenas, impuras, também palavrões.

Muitas vezes se desdenha dessas palavras, dizendo que não têm muita importância, que há coisas mais graves com o que se preocupar e que elas são ditas simplesmente por brincadeira. Já na época de Santo Afonso se usava esse argumento. O Santo Doutor, farol da moral católica, fala dessa linguagem ruim em seu sermão para o 11º Domingo depois de Pentecostes, sobre as conversas e palavras licenciosas. O Santo diz: “se o confessor os repreende, eles dizem que falam essas coisas somente por brincadeira e sem a menor malícia.” O próprio Santo responde a esse argumento dizendo: “Tenha em mente, pobre insensato que você é, que essas brincadeiras indecentes fazem rir hoje os demônios e que eles farão que você chore um dia no inferno.” E continua o Santo: “não diga que você agiu sem malícia, pois é quase impossível que você não seja nos seus atos o que você é nas suas palavras.” E cita São Jerônimo que diz: “não está longe dos atos aquele que se deleita nessas palavras.” São Sidônio Apolinário, Bispo de Auvergne, na França, no século V, diz que é impossível encontrar um homem imoral na linguagem e puro nos costumes. E São Bernardo diz que terminamos por praticar aquilo que gostamos de ouvir (ou que gostamos de falar, podemos acrescentar). Lembremo-nos da palavra do próprio Senhor: “a boca fala daquilo que o coração está cheio.” O que falamos é expressão de nosso íntimo ou vai formando o nosso íntimo. Alguém que fala impurezas, obscenidades, palavrões, ou tem o coração cheio disso ou está enchendo rapidamente o coração dessas coisas.

Um dos grandes meios para avançar na castidade nos atos é parar de falar essas impurezas e obscenidades, que são por si só um pecado e que conduzem a pecados ainda mais graves. Uma das dificuldades para as pessoas vencerem os pecados impuros é justamente a onipresença dessa linguagem baixa na nossa sociedade. No ambiente de trabalho, nos meios de comunicação, nos escritos, em todo lugar. Elas conduzem aos pensamentos impuros e aos atos de impureza. A impureza que condena tantas almas… Por uma satisfação insignificante se perde o céu, se merece o inferno, se ofende gravemente a Deus.

E se ao nosso redor falam coisas impuras, palavrões, procuremos mudar de assunto, procuremos sair do ambiente. Não devemos nunca ouvir voluntariamente a tais palavras baixas. Se mudar de assunto e sair do ambiente for impossível, não demonstremos aprovação alguma a essas palavras, por exemplo, rindo delas. Rezemos, reparemos por essas palavras tão baixas, mas sem repeti-las. Nosso apostolado e nossos deveres cotidianos devem ser feitos com palavras dignas de um cristão, mesmo nos momentos que exigem maior firmeza.

As palavras torpes são um pecado. E, como todo pecado, favorecem o reino do demônio. Elas podem ser um pecado leve ou grave, isto é, venial ou mortal. A gravidade depende, primeiramente, da gravidade da palavra em si. Em seguida, depende da intenção com que é proferida e, finalmente, depende também do escândalo que provoca (levando outros ao pecado). Deixemos claro que ainda que sejam ditas somente com a intenção de brincar ou de chamar a atenção de alguma forma, essas palavras não serão lícitas. E tenhamos consciência: ainda que alguma palavra assim não seja um pecado mortal, ela vai dispondo cada vez mais a alma para atos torpes, e o perigo de escândalo ou de levar os outros ao pecado também é considerável. Basta conhecer um pouco de verdadeira psicologia humana. Tais palavras ditas e repetidas vão marcando a imaginação e facilmente a pessoa volta a pensar nelas ou a representar-se tais palavras. A tendência é terminar consentindo nelas interiormente e depois praticar atos de impureza. São Bernardino de Sena conta a história de uma jovem que tinha uma conduta exemplar, mas que ouviu (voluntariamente ou sem combatê-la de um modo sério) uma palavra obscena de um jovem e teve logo maus pensamentos que a levaram a vícios aos quais se entregou de tal forma que o próprio demônio, se tivesse carne humana, não faria.

Que tristeza é ver um cristão proferir palavras tão vergonhosas ou de alguma forma encontrar agrado nelas, por exemplo, rindo. Ou proferir tais palavras por impaciência, por ira. Se Deus nos deu a inteligência e a língua, é para falarmos coisas que nos elevem a Deus, que nos edifiquem a nós mesmos e ao próximo, para falar coisas boas, ainda que não somente religiosas. Em todo caso, nunca para que falemos coisas que nos afastem de Deus. E, assim, São Paulo diz que devemos falar ações de graças. Se Nosso Senhor diz que deveremos prestar contas de toda palavra ociosa, quanto mais de uma palavra impura, torpe. Sendo católicos, temos ainda muitos outros motivos para não proferirmos coisas tão baixas. Vejamos. Somos batizados, somos membros de Cristo. Cristo é a Sabedoria Eterna Encarnada, é a Palavra de Deus que se fez homem. Sendo nós membros e discípulos da Sabedoria Eterna Encarnada, não podemos usar a sabedoria e a palavra que nos foram dadas para proferir coisas torpes, impuras, que A ofendem. Sendo católicos, é na nossa língua que recebemos o Corpo de Cristo. Se a patena em metal que recebe a hóstia consagrada na Missa deve ser revestida de ouro, sem corrupção, quanto mais a nossa língua deve estar isenta da mancha, da corrupção dessas palavras. Nosso Senhor nos dá o exemplo. Jamais usou palavras torpes. As condenações de Jesus dirigidas aos seus inimigos não são xingamentos, palavras baixas, palavrões. Afirmar o contrário seria uma blasfêmia terrível. Seria dizer que Cristo nomeia aquilo que São Paulo diz que um cristão não deve nomear. Nosso Senhor usa palavras duras, mas honestas, e as utiliza com mansidão, justiça e caridade. Palavras que, em aspecto algum, são palavras torpes.

Devemos abolir essas palavras baixas de nosso vocabulário, ainda que algumas não sejam pecado mortal. Se por hábito e sem muita advertência alguém proferir uma palavra impura, um palavrão, deve fazer um pequeno ato de reparação e impor-se uma pequena penitência, a fim de perder esse hábito pouco a pouco. Uma Ave-Maria, por exemplo, ou invocar os nomes de Jesus, Maria e José. E mesmo se essas palavras vêm somente na nossa imaginação, afastemo-las, rezando e pensando em algo lícito.

Como diz São Paulo, que essas coisas nem se nomeiem entre os cristãos, como convém a santos. São coisas despropositadas. Sejamos filhos da luz, como diz o mesmo apóstolo, filhos da Palavra Eterna, da Sabedoria Eterna. Que nossas palavras sejam sábias, dignas de filhos de Deus.
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.


São José, castíssimo, rogai por nós!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Cabelos Grisalhos - Cuidados + Produtos + Finalização

A Kika resolveu assumir os seus grisalhos e vem partilhando conosco esta experiência.


Assim, postou na sua página no YouTube - Pagina da Kika - um vídeo sobre os produtos que tem usado nessa nova fase, bem como, suas considerações sobre ela.


segunda-feira, 20 de março de 2017

A imagem de São José dormindo que o Papa Francisco guarda no quarto

"Quando eu tenho um problema ou uma dificuldade, eu o escrevo em um papelzinho e o coloco embaixo de São José, para que ele sonhe sobre isso"


O Papa Francisco revelou quem o ajuda a resolver problemas e superar dificuldades: São José, o pai adotivo de Jesus e patrono da Igreja. No encontro com as famílias filipinas em Manila, em janeiro de 2015, o pontífice contou como se confia à intercessão do santo:

“Eu gostaria de dizer a vocês também uma coisa muito pessoal. Eu gosto muito de São José porque é um homem forte e de silêncio. No meu escritório, eu tenho uma imagem de São José dormindo, e dormindo, ele cuida da Igreja. Quando eu tenho um problema ou uma dificuldade, e o escrevo em um papelzinho e o coloco embaixo da imagem de São José, para que ele sonhe sobre isso. Isso significa: para que ele reze por este problema”, afirmou.

O Papa falou sobre esse hábito durante discurso às famílias, ao citar o santo como modelo de silêncio, abandono em Deus, mas também de ação. São José é citado nos Evangelhos repousando enquanto lhe é revelada a vontade divina em sonho.

Para evitar que o amor se perca, o pontífice pediu as famílias que nunca deixem de lado a capacidade de sonhar, e que estejam atentas a três atitudes: repousar no Senhor, levantar-se com Jesus e Maria e ser voz profética. Ele destacou que Deus se manifesta ao homem nos momentos de repouso e que é essencial encontrar tempo para rezar, em meio aos afazeres diários.

“Esses momentos preciosos de repouso, de descanso com o Senhor na oração são momentos que gostaríamos, talvez, de prolongar. Mas, como São José, quando ouvimos a voz de Deus devemos despertar, levantar e agir”, disse.

A imagem de São José dormindo foi um dos poucos itens que o Papa pediu para trazerem-lhe de Buenos Aires, segundo matéria publicada no Vatican Insider. O hábito de confiar ao santo suas preces soma-se a outros sinais da devoção. A paróquia do bairro Flores, na capital argentina, onde Francisco aos 17 anos confessou-se e percebeu pela primeira vez que Deus o chamava ao sacerdócio, é dedicada ao santo. A missa de início do pontificado foi providencialmente celebrada em data especial para os devotos do patrono da Igreja: 19 de março, memória litúrgica de São José.

Fonte: Aletéia e Comunidade Shalom

PS1: O dia de São José é 19 de março mas, como ontem foi domingo da Quaresma, a sua Solenidade foi transferida para hoje, 20 de março. 
PS2: Embora o dia de São José seja Dia de Preceito/Santo em boa parte do Mundo, no Brasil, com autorização da Santa Sé, não o é.

São José, rogai por nós!
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