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sábado, 3 de dezembro de 2016

Ano Jubilar Mariano: 2016 - 2017!

 
O Ano Litúrgico, iniciado no Advento, já começou com o dia da Nossa Senhora das Graças.


Desde outubro de 2016 a Igreja Católica do Brasil vive o Ano Mariano, proclamado pelos Bispos do Brasil.

Nele celebraremos os 300 anos da Pesca Milagrosa da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.


E, em união com Portugal, celebramos também os 100 anos da Aparição em Fátima.
O Ano Jubilar de Fátima foi iniciado no dia 27 de novembro de 2016 e vai até 26 de novembro de 2017.

Por ocasião do Ano Jubilar de Fátima será possível conseguir a Indulgência Plenária, por concessão do Papa Francisco.

Será concedida Indulgência Plenária:

1. “Aos fiéis que visitarem em peregrinação o Santuário de Fátima e aí participarem devotamente em alguma celebração ou oração em honra da Virgem Maria, rezarem a oração do Pai Nosso, recitarem o símbolo da fé (Credo) e invocarem Nossa Senhora de Fátima”;

2. “Aos fiéis piedosos que visitarem com devoção uma imagem de Nossa Senhora de Fátima exposta solenemente à veneração pública em qualquer templo, oratório ou local adequado, nos dias das aparições aniversárias (dia 13 de cada mês, desde maio a outubro de 2017), e aí participarem devotamente em alguma celebração ou oração em honra da Virgem Maria, rezarem a oração do Pai Nosso, recitarem o símbolo da fé (Credo) e invocarem Nossa Senhora de Fátima”;

3. “Aos fiéis que, pela idade, doença ou outra causa grave, estejam impedidos de se deslocarem, se, arrependidos de todos os seus pecados e tendo firme intenção de realizar, assim que lhes for possível, as três condições abaixo indicadas, frente a uma pequena imagem de Nossa Senhora de Fátima, nos dias das aparições se unirem espiritualmente às celebrações jubilares, oferecendo com confiança a Deus misericordioso através de Maria as suas preces e dores, ou os sacrifícios da sua própria vida”.

Conforme explica o texto, “para obter a indulgência plenária, os fiéis, verdadeiramente penitentes e animados de caridade, devem cumprir ritualmente as seguintes condições: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Santo Padre

Para saber mais sobre esse Ano da Virgem Maria, veja esse vídeo do Pe. Paulo Ricardo:




Ó Maria concebida sem pecado, 
rogai por nós,
que recorremos a Vós!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

ABORTO: NOTA DA CNBB




“Propus a vida e a morte; escolhe, pois, a vida ” (cf. Dt. 30,19)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, por meio de sua Presidência, manifesta sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural (cf. Constituição Federal, art. 1°, III; 3°, IV e 5°, caput).

A CNBB respeita e defende a autonomia dos Poderes da República. Reconhece a importância fundamental que o Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha na guarda da Constituição da República, particularmente no momento difícil que atravessa a nação brasileira. Discorda, contudo, da forma com que o aborto foi tratado num julgamento de Habeas Corpus, no STF.

Reafirmamos nossa incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto.

Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção.

Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe, interceda por nós, particularmente pelos nascituros.

Brasília, 1º de dezembro de 2016

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador-BA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Aborto x Decisão da Primeira Turma do STF

 
Guardai-vos de menosprezar um só destes pequenos, porque eu vos digo que seus anjos no céu contemplam sem cessar a face de meu Pai que está nos céus. (Mt 18,10)

Essa semana a Primeira Turma do STF, composta por 5 dos 11 Ministros da Corte Maior  - Ministro Luís Roberto Barroso - Presidente; Ministro Marco Aurélio; Ministro Luiz Fux; Ministra Rosa Weber e Ministro Edson Fachin - em julgamento de um Habeas Corpus decidiu, embora não tenha sido questionado esse tema, que a "criminalização do aborto é incompatível com diversos direitos fundamentais, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos e a autonomia da mulher, a integridade física e psíquica da gestante e o princípio da igualdade".

"Para o ministro, é preciso conferir interpretação conforme a Constituição aos artigos 124 a 126 do Código Penal – que tipificam o crime de aborto – para excluir do seu âmbito de incidência a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre. Como o Código Penal é de 1940 – anterior à Constituição, de 1988 – e a jurisprudência do STF não admite a declaração de inconstitucionalidade de lei anterior à Constituição, o ministro Barroso entende que a hipótese é de não recepção. “Como consequência, em razão da não incidência do tipo penal imputado aos pacientes e corréus à interrupção voluntária da gestação realizada nos três primeiros meses, há dúvida fundada sobre a própria existência do crime, o que afasta a presença de pressuposto indispensável à decretação da prisão preventiva”, concluiu."" (site STF

Essa decisão do Ministro Barroso, sem ter sido questionada pelas partes, mexeu com toda a sociedade e não só com o meio jurídico.

Socialmente o aborto é, amplamente, repudiado; mormente, pelos religiosos - católicos e evangélicos -; além de moralmente condenado.

Juridicamente, essa decisão surpreende por ir contra o que dispõe a Constituição Federal, o Código Civil, o Código Penal e, também, normas de direito internacional que foram introduzidas no Ordenamento Jurídico Pátrio, como o Pacto de San Jose da Costa Rica e que devem ser respeitadas.

A nossa Carta Magna em seu artigo 5, dispõe que:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade"

E em seu artigo 227:

"É DEVER DA FAMÍLIA, DA SOCIEDADE E DO ESTADO ASSEGURAR À CRIANÇA, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, O DIREITO À VIDA, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, ALÉM DE COLOCÁ-LOS A SALVO DE TODA FORMA DE negligência, discriminação, exploração, VIOLÊNCIA, CRUELDADE e opressão."

Já o Código Civil dispõe, logo no início que:

"Art. 2. A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; MAS A LEI PÕE A SALVO, DESDE A CONCEPÇÃO, OS DIREITOS DO NASCITURO."

O Código Penal não fica atrás e, em consonância com a Constituição e o Código Civil, dispõe sobre as penas que devem ser impostas aqueles que cometem crime contra o nascituro (aquele que vai nascer e que, na vida intra-uterina, tem personalidade jurídica formal):

"Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque:
Pena: detenção, de dois a seis anos.
Art. 125. Provocar aborto, sem o consentimento da gestante:
Pena: reclusão, de três a dez anos.
Art. 126. Provocar aborto com o consentimento da gestante:
Pena: reclusão, de um a quatro anos."

Por fim, temos a Convenção Americana Sobre os Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que conforme declarado pelo STF entrou no Brasil com status de uma norma supralegal que dispõe, claramente, em seu art. 4:

"Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. ESSE DIREITO DEVE SER PROTEGIDO PELA LEI EM GERAL, DESDE O MOMENTO DA CONCEPÇÃO. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente."

Enfim, vemos que a decisão tomara pela Primeira Turma do STF não tem nenhum fundamento jurídico e não pode ser embasada na lei.

Uma pena que o STF esteja se arrogando ao direito de legislar e, mais, contrário ao sentimento da população brasileira.

Rebatendo os argumentos usados pelos nobres Ministros para autorizar esse massacre e crueldade com nossas crianças; embora tenham sido ferrenhos em defender os animais contra a crueldade a pouco tempo (caso da Vaquejada), temos que:

"criminalização do aborto é incompatível com diversos direitos fundamentais, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos e a autonomia da mulher, a integridade física e psíquica da gestante e o princípio da igualdade"

Bem, a mulher realmente tem, todos esses direitos, mas é sabido que: "O direito de um termina quando começa o do outro".
Ninguém está querendo tirar da mulher o direito dela decidir sobre sua reprodução e momento que vai ter relações.
Mas, esse direito não deve ser absoluto, principalmente quando se gera uma vida.

A mulher, tem sim, direito sobre o próprio corpo; mas não tem direito sobre o corpo do outro ser que está dentro dela.


A mulher pode se utilizar de vários métodos para não engravidar se não tem condições de criar um filho ou não quer.

Tem, primeiramente, a CASTIDADE!
Método 100% natural; 100% de resultado; além de evitar DSTs e aprovado e indicado pela Igreja.

Mas se, mesmo assim, ela quer "ter a liberdade de usar o seu corpo" e manter relações, há os métodos contraceptivos, distribuídos GRATUITAMENTE, pelo Estado/Municípios.

O que não pode é, querer fazer o que bem entende; mas não querer assumir as consequências desses atos. Em tudo na vida, em tudo que decidimos, há consequências, algumas boas, outras nem tanto, outras ruins. Isso faz parte de viver, de crescer, de amadurecer.

E, ainda, engravidou, há a possibilidade de dar o bebê para ADOÇÃO!
Tantos pais na fila de espera querendo um bebê... porque não dá o seu filho, ao invés de matar?
É sabido que a fila de adoção é grande, embora tenha mais crianças disponíveis; ocorre que, a maioria das crianças tem mais de 2 anos e as pessoas querem bebês.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) dispõe sobre isso. A mãe que não quer ou não tem condições de criar o seu bebê pode falar com a médica ou com a assistente social do posto/hospital; será encaminhada a vara da infância e correrá todo o trâmite e preparação psicológica dela para doar o seu filho.

"Art. 13.
Parágrafo 1. As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente encaminhadas, sem constrangimento, à Justiça da Infância e da Juventude."

A mulher não vai ser condenada ou responder processo por querer dar o seu filho, todos sabemos que não é uma decisão fácil; ela será encaminhada para a Justiça somente para que corra os trâmites legais para que ela perca o pátrio poder e seja possível a adoção da criança por outrem.

DAR PARA ADOÇÃO NÃO É CRIME!

MATAR É CRIME!

ABORTO É CRIME!

Para ler o Voto do Ministro clique AQUI.

Fonte: STF, Constituição Federal, Codigo Civil, Codigo Penal, Pacto de São José da Costa Rica, ECA.
 
Imaculado Coração de Maria, eu confio em vós!

RESPOSTA: Por que as mulheres podem ir de bermuda e os homens não?

 

Salve Maria!!!

A questão de hoje é muito pertinente.

Porque as mulheres podem ir de bermuda e os homens não?

Falamos e ouvimos muito sobre a modéstia feminina e muito pouco sobre a modéstia masculina.

Como o homem deve se vestir para ir na Santa Missa e/ou Igreja (em outros Sacramentos)?

Bem, o homem também deve observar a modéstia, principalmente, ao ir na Igreja.

Primeiro, o homem deve lembrar que vai para uma SOLENIDADE (Missa, Batismo, Crisma, Matrimônio) e não para um lugar qualquer, não para a praia, não para um churrasco, não para um barzinho. Na Missa ocorre o Sacrifício incruento de Jesus Cristo.

Normalmente, quando vamos a uma Solenidade nos vestimos de forma melhor (sem informalidades), o homem coloca uma calça (as vezes social), uma camisa (normalmente de manga comprida) e, algumas vezes, usa-se até terno e gravata.

Calma!!

Embora há alguns homens que vão à missa de terno e gravata, isso não é obrigado e vemos, normalmente, entre os homens que frequentam a missa tridentina e são da TFP (Tradição, Família e Propriedade).

Antigamente, as pessoas tinham a "roupa de domingo" ou "roupa de ir a missa" que era a melhor roupa quem tinham.

O MELHOR PARA DEUS!!!

A modéstia, o pudor e a castidade devem ser observados pelo homem e não significam deselegância, pelo contrário.

A roupa deve ser de tal forma que evite o outro de cometer algum pecado, aqui lembramos que algumas roupas usadas pelos homens podem chamar atenção de outros homens e também de mulheres. Nós somos responsáveis, também, por evitar que o nosso irmão seja condenado ao fogo eterno. Além disso, a veste masculina deve, realmente, ser uma veste masculina, de forma que consigamos diferenciá-lo de uma mulher (a mulher tb deve observar isso).

A bermuda, principalmente em um homem, é informal e dá um tom de desleixo numa Solenidade. Uma mulher de bermuda de tecido, cobrindo o joelho, e com salto ou sapato fechado, não dá o mesmo ar de desleixo e deselegância que o homem de bermuda. 

O ideal é que nem homem, nem mulher, usem bermuda na Igreja.

O homem deve usar calça.

A mulher deve dar preferência a uma saia (na altura do joelho) ou calça (sem ser colada/justa).

"Desse modo, a modéstia não é sinônimo de deselegância. A modéstia não se opõe à elegância. A elegância é perfeitamente bem-vinda, desde que seja modesta e sem excessos, sem atrair para si os olhares". 
(Pe. Daniel Pinheiro)
 

Se observarmos a placa presente no Vaticano, que indica as vestes que as pessoas devem usar para entrar na Basílica de São Pedro, tanto o homem, quanto a mulher, devem cobrir os joelhos.

Você não precisa usar uma calça social, mas faça "um sacrifício" e coloque uma calça e uma camisa (com manga). 
Faça "um sacrifício" e não vá com a camisa do time favorito. 
Tome um banho. 
Coloque um sapato (tênis, sapatênis), não vá de chinelo/sandália.


Faça esses pequenos sacrifícios por Amor a Deus. 
Entregue a Ele seus sacrifícios.


Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

RESPOSTA: Sou Ancila. Preciso usar o véu para servir?

Salve Maria!

sou Ansila preciso usar o véu para servir?

Antes de responder é bom dizer que Ancila é o mesmo que Acólito, mas se refere as meninas que, hoje, cada vez mais vemos nas Paróquias fazendo esse papel.

Querida, sua pergunta é: Se Precisa!

Não!

Você não precisa usar o véu para servir. 

Mas você pode usar.

Assim como as MESCEs, penso que a Ancila DEVE conversar com o sacerdote sobre o uso do véu; vez que elas tem uma veste apropriada para servir e o véu não faz parte dela.

Se você quiser e o sacerdote permitir, você pode usar o véu durante o serviço, nos dias em que está escalada, sem problemas.

Agora, nos dias em que você não está servindo (não está na escala) e for assistir a missa, não há impedimento para usar o véu, nem mesmo precisa da autorização do sacerdote.

Que Deus a abençõe.
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