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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

RESPOSTA: Posso ser madrinha de batismo da minha sogra?

Ave Maria!

A minha sogra tem 65 anos e quer se batizar, posso ser a madrinha juntamente com um amigo nosso ?

Se você e o amigo forem:

Católicos
Crismados
Tiverem feito a 1 Comunhão
Forem casados na Igreja Católica ou solteiro (no caso dele)
Viverem conforme a fé (da Igreja Católica), participando das missas aos domingos, aproximando-se dos sacramentos, comungando.
Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente. 
Não tiverem nenhum pena canônica.

Podem! Não há nenhum impedimento.
Assim como sogra pode ser a madrinha da nora.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Como ser adotado oficialmente como filho espiritual do Padre Pio?

Padre Pio Group | Nov 16, 2017 
 
Shutterstock-Igor Zh





Esse privilégio é concedido a todos aqueles que procuram viver uma vida de graça e aumentar cada vez mais a fé por meio de sua inspiração

Durante sua vida, Padre Pio foi Diretor Espiritual de muitos devotos que desejaram ficar sob sua especial orientação e proteção. Ele os chamava de seus “Filhos Espirituais” e sempre os advertia que se comportassem dignamente para que “não o deixassem passar vergonha perante Deus”.

Desde a morte de Padre Pio em 1968, o Convento Santa Maria delle Grazie em San Giovanni Rotondo estendeu esse privilégio a todos aqueles que procuram viver uma vida de graça e aumentar cada vez mais a fé por meio de sua inspiração.

Você também pode tornar-se Filho Espiritual de Padre Pio.

Condições para fazer parte da Associação dos Filhos Espirituais de Padre Pio de Pietrelcina:

1) Viver intensamente sob a graça divina.
2) Provar sua fé através de palavras e ações, levando uma vida verdadeiramente cristã.
3) Desejar permanecer sob a proteção de Padre Pio e participar dos frutos de suas orações e sofrimentos.
4) Imitar as virtudes de Padre Pio, particularmente seu amor por Jesus Crucificado, pelo Santíssimo Sacramento, por Nossa Senhora, pelo Papa e por toda a Igreja.
5) Ter um sincero espírito de caridade para com todos.

Se você concorda com as condições acima e deseja inscrever-se na Associação dos Filhos Espirituais de Padre Pio, faça o download da ficha abaixo. Para que seja registrado no Convento de Padre Pio, envie esta ficha preenchida e assinada pelo correio para:

Convento Santa Maria delle Grazie
71013 – San Giovanni Rotondo, FG
Italia

DOWNLOAD DA FICHA:
 
figli_spirituali.pdf
Download File

figli_spirituali.doc
Download File


(e não conseguir baixar as fichas, clique aqui)

NOTA IMPORTANTE: O Convento Santa Maria delle Grazie na Itália exige que os formulários sejam enviados por escrito e de próprio punho. Assim, somente a própria pessoa que deseja ser “Filho Espiritual” de Padre Pio pode inscrever-se. Portanto, você só pode inscrever a si mesmo e não pode inscrever nenhuma outra pessoa.

Fonte: Aletéia

São Pio de Pietrelcina, rogai por nós! 

domingo, 19 de novembro de 2017

Catequese do Santo Papa: A Santa Missa II


 

PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Quarta-feira, 15 de novembro de 2017


Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Continuamos com as catequeses sobre a Santa Missa. Para compreender a beleza da celebração eucarística desejo iniciar com um aspecto muito simples: a Missa é oração, aliás, é a oração por excelência, a mais elevada, a mais sublime, e ao mesmo tempo a mais “concreta”. Com efeito é o encontro de amor com Deus mediante a sua Palavra e o Corpo e Sangue de Jesus. É um encontro com o Senhor.

Mas primeiro temos que responder a uma pergunta. O que é realmente a oração? Antes de tudo, ela é diálogo, relação pessoal com Deus. E o homem foi criado como ser em relação pessoal com Deus que tem a sua plena realização unicamente no encontro com o seu Criador. O caminho da vida é rumo ao encontro definitivo com o Senhor.

O Livro do Génesis afirma que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, o qual é Pai e Filho e Espírito Santo, uma relação perfeita de amor que é unidade. Disto podemos compreender que todos nós fomos criados para entrar numa relação perfeita de amor, num contínuo doar-nos e receber-nos para assim podermos encontrar a plenitude do nosso ser.

Quando Moisés, diante da sarça ardente, recebeu a chamada de Deus, perguntou-lhe qual era o seu nome. E o que respondeu Deus? «Eu sou Aquele que sou» (Êx 3, 14). Esta expressão, no seu sentido originário, manifesta presença e favor, e com efeito imediatamente a seguir Deus acrescenta: «O Senhor, o Deus dos vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacob» (v. 15). Assim também Cristo, quando chama os seus discípulos, os chama para que estejam com Ele. Eis, por conseguinte, a maior graça: poder experimentar que a Missa, a Eucaristia é o momento privilegiado para estar com Jesus e, através d’Ele, com Deus e com os irmãos.

Rezar, como qualquer diálogo verdadeiro, significa saber também ficar em silêncio — nos diálogos há momentos de silêncio — em silêncio juntamente com Jesus. E quando vamos à Missa, talvez cheguemos cinco minutos antes e comecemos a falar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento para falar: é o momento do silêncio a fim de nos prepararmos para o diálogo. É o momento de se recolher no coração a fim de se preparar para o encontro com Jesus. O silêncio é tão importante! Recordai-vos do que disse na semana passada: não vamos a um espetáculo, vamos ao encontro com o Senhor e o silêncio prepara-nos e acompanha-nos. Permanecer em silêncio juntamente com Jesus. E do misterioso silêncio de Deus brota a sua Palavra que ressoa no nosso coração. O próprio Jesus nos ensina como é possível “estar” realmente com o Pai e no-lo demonstra com a sua oração. Os Evangelhos mostram-nos Jesus que se retira em lugares afastados para rezar; os discípulos, ao ver esta sua relação íntima com o Pai, sentem o desejo de poder participar nela, e pedem-lhe: «Senhor, ensina-nos a rezar» (Lc 11, 1). Assim ouvimos há pouco, na primeira Leitura, no início da audiência. Jesus responde que a primeira coisa necessária para rezar é saber dizer “Pai”. Estejamos atentos: se eu não for capaz de dizer “Pai” a Deus, não sou capaz de rezar. Temos que aprender a dizer “Pai”, ou seja, de nos pormos na sua presença com confiança filial. Mas a fim de poder aprender, é preciso reconhecer humildemente que precisamos de ser instruídos, e dizer com simplicidade: Senhor, ensina-me a rezar.

Este é o primeiro ponto: ser humildes, reconhecer-se filhos, repousar no Pai, confiar n’Ele. Para entrar no Reino dos céus é necessário fazer-se pequeninos como as crianças. No sentido de que as crianças sabem confiar, sabem que alguém se preocupará com elas, com o que hão de comer, com o que vestirão e assim por diante (cf. Mt 6, 25-32). Esta é a primeira atitude: confiança e confidência, como a criança com os pais; saber que Deus se recorda de ti, cuida de ti, de ti, de mim, de todos.

A segunda predisposição, também ela própria das crianças, é deixar-se surpreender. A criança faz sempre muitas perguntas porque deseja descobrir o mundo; e admira-se até com coisas pequenas porque para ela tudo é novo. Para entrar no Reino dos céus é preciso deixar-se surpreender. Na nossa relação com o Senhor, na oração — eu pergunto — deixamo-nos surpreender ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios? Não, é confiar e abrir o coração para se deixar surpreender. Deixamo-nos maravilhar por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo, não é um encontro de museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa e não a um museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor.

No Evangelho fala-se de um certo Nicodemos (cf. Jo 3, 1-21), um idoso, uma autoridade em Israel, que vai procurar Jesus para o conhecer; e o Senhor fala-lhe da necessidade de “renascer do alto” (cf. v. 3). Mas que significa isto? Pode-se “renascer”? Voltar a ter o gosto, a alegria, a maravilha da vida, é possível, mesmo face a tantas tragédias? Esta é uma pergunta fundamental da nossa fé e este é o desejo de qualquer crente verdadeiro: o desejo de renascer, a alegria de recomeçar. Nós temos este desejo? Cada um de nós tem vontade de renascer sempre para se encontrar com o Senhor? Tendes este desejo? Com efeito, pode-se perdê-lo facilmente porque, por causa de tantas atividades, de tantos projetos a concretizar, no final temos pouco tempo e perdemos de vista o que é fundamental: a nossa vida do coração, a nossa vida espiritual, a nossa vida que é encontro com o Senhor na oração.

Na verdade, o Senhor surpreende-nos ao mostrar-nos que Ele nos ama até com as nossas debilidades: «Jesus Cristo [...] é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo» (1 Jo 2, 2). Este dom, fonte de verdadeira consolação — mas o Senhor perdoa-nos sempre — conforta, é uma verdadeira consolação, é um dom que nos é concedido através da Eucaristia, aquele banquete nupcial no qual o Esposo encontra a nossa fragilidade. Posso dizer que quando recebo a comunhão na Missa, o Senhor encontra a minha fragilidade? Sim! Podemos dizê-lo porque isto é verdade! O Senhor encontra a nossa fragilidade para nos reconduzir à nossa primeira chamada: ser à imagem e semelhança de Deus. É este o ambiente da Eucaristia, é esta a oração.


Saudação
Dirijo uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, vindos de Portugal e do Brasil. Queridos amigos, sois chamados a ser testemunhas da alegria no mundo, transfigurados pela graça misericordiosa que Jesus nos dá na Santa Missa. Desça sobre vós e sobre vossas famílias a bênção de Deus.

Fonte: Vaticano

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

RESPOSTA: Uma pessoa pode ser Batizada e/ou Crismada mais de uma vez?

Ave Maria!

Se uma pessoa ja foi crismada e só depois ela descobriu que a madrinha nao atende a alguns criterios do Can 893 e 874, ela pode fazer crisma novamente ou permanece do jeito que já está?

Questão interessante!

É uma pena que a pessoa só tenha observado que sua escolhida não atendia aos requisitos após a recepção do Sacramento. 
Essa é uma questão importante e que deve ser observada antes da escolha. 
Vez que o padrinho/madrinha tem a função de acompanhar e orientar o afilhado na vida cristã.
Espero, de coração, que, não obstante isso, ela tenha se feito presente na vida da afilhada e a orientado de forma correta, conforme ensina a Igreja.

Bem. Quanto a questão.

O Código de Direito Canônico determina que:

Cân 845 - § 1. Os sacramentos do batismo, confirmação e ordem, já que imprimem caráter, não podem ser repetidos.

E o Catecismo da Igreja Católica ao tratar do assunto ensina:

"Como o Batismo, do qual é consumação, a Confirmação é dada uma só vez, pois imprime na alma uma marca espiritual indelével, o "caráter", que é o sinal de que Jesus Cristo assinalou um cristão com o selo de seu Espírito, revestindo-o da força do alto para ser sua testemunha" 
(CIC n. 1304) 

Quanto a não observância do disposto no Cân. 874 há um comentário de rodapé no Código de Direito Canônico onde se diz:

"874. Fora das condições do § 1, requeridas pela própria natureza das coisas, não parece que as qualidades expressas neste cânon afetem à validade, mas apenas à liceidade da designação do padrinho."

Quanto a não ser o mesmo padrinho do Batismo não há problema, vez que o Código de Direito Canônico não obriga isso, apenas diz ser mais conveniente.

Cân 893. § 2. É conveniente que se assuma como padrinho o mesmo que assumiu esse encargo no batismo.

Resumindo: Fica como está!

Mas, sugiro que, conforme for a não observância do Can 874, a afilhada converse com a madrinha e esta, se puder, regule sua situação perante a Igreja Católica.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica e Código de Direito Canônico

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Catequese do Santo Papa: A Santa Missa


PAPA FRANCISCO

AUDIÊNCIA GERAL

Quarta-feira, 8 de novembro de 2017


 

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Iniciamos hoje uma nova série de catequeses, que fixará o olhar no “coração” da Igreja, ou seja, na Eucaristia. Para nós cristãos, é fundamental compreender bem o valor e o significado da Santa Missa, a fim de viver cada vez mais plenamente a nossa relação com Deus.

Não podemos esquecer o grande número de cristãos que, no mundo inteiro, em dois mil anos de história, resistiram até à morte para defender a Eucaristia; e quantos, ainda hoje, arriscam a vida para participar na Missa dominical. No ano de 304, durante as perseguições de Diocleciano, um grupo de cristãos, do norte de África, foram surpreendidos a celebrar a Missa numa casa e foram aprisionados. O procônsul romano, no interrogatório, perguntou-lhes por que o fizeram, sabendo que era absolutamente proibido. E eles responderam: «Sem o domingo não podemos viver», que significava: se não podemos celebrar a Eucaristia, não podemos viver, a nossa vida cristã morreria.

Com efeito, Jesus disse aos seus discípulos: «se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia» (Jo 6, 53-54).

Aqueles cristãos do norte de África foram assassinados porque celebravam a Eucaristia. Deixaram o testemunho de que se pode renunciar à vida terrena pela Eucaristia, porque ela nos dá a vida eterna, tornando-nos partícipes da vitória de Cristo sobre a morte. Um testemunho que nos interpela a todos e exige uma resposta acerca do que significa para cada um de nós participar no Sacrifício da Missa e aproximarmo-nos da Mesa do Senhor. Estamos à procura daquela nascente da qual “jorra água viva” para a vida eterna?, que torna a nossa vida um sacrifício espiritual de louvor e de agradecimento e faz de nós um só corpo com Cristo? É este o sentido mais profundo da sagrada Eucaristia, que significa “agradecimento”: agradecimento a Deus Pai, Filho e Espírito Santo que nos abrange e nos transforma na sua comunhão de amor.

Nas próximas catequeses gostaria de responder a algumas perguntas importantes sobre a Eucaristia e a Missa, a fim de redescobrir, ou descobrir, como o amor de Deus resplandece através deste mistério da fé.

O Concílio Vaticano II foi fortemente animado pelo desejo de levar os cristãos a compreender a grandeza da fé e a beleza do encontro com Cristo. Por este motivo era necessário antes de mais realizar, com a ajuda do Espírito Santo, uma adequada renovação da Liturgia, porque a Igreja vive continuamente dela e renova-se graças a ela.

Um tema central que os Padres conciliares frisaram foi a formação litúrgica dos fiéis, indispensável para uma verdadeira renovação. E é precisamente esta também a finalidade deste ciclo de catequeses que hoje iniciamos: crescer no conhecimento do grande dom que Deus nos concedeu na Eucaristia.

A Eucaristia é um acontecimento maravilhoso no qual Jesus Cristo, nossa vida, se faz presente. Participar na Missa «é viver outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor torna-se presente no altar para ser oferecido ao Pai pela salvação do mundo» (Homilia, Santa Marta, 10 de fevereiro de 2014). O Senhor está ali connosco, presente. Muitas vezes nós vamos ali, olhamos para as coisas, falamos entre nós enquanto o sacerdote celebra a Eucaristia... e não celebramos ao lado d’Ele. Mas é o Senhor! Se hoje viesse aqui o Presidente da República ou qualquer pessoa muito importante do mundo, certamente todos estaríamos perto dela, e gostaríamos de a saudar. Mas repara: quando tu vais à missa, o Senhor está lá! E tu distrais-te. É o Senhor! Devemos pensar nisto. “Padre, mas as missas são tediosas" “Que dizes, o Senhor é tedioso?"Não, a Missa não, os sacerdotes" — "Ah, que os sacerdotes se convertam, mas é o Senhor quem está ali!”. Está claro? Não o esqueçais. «Participar na Missa é como viver outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor».

Procuremos agora fazer-nos algumas perguntas simples. Por exemplo, por que fazemos o sinal da cruz e o ato penitencial no início da Missa? E aqui gostaria de fazer outro parêntese. Vistes como fazem as crianças o sinal da cruz? Não se sabe o que fazem, se é o sinal da cruz ou um desenho. Fazem assim [o Papa fez um gesto desajeitado]. É preciso ensinar bem às crianças a fazer o sinal da cruz. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia. Isto significa que somos remidos com a cruz do Senhor. Olhai para as crianças e ensinai-lhes a fazer bem o sinal da cruz. E aquelas Leituras, na Missa, porque se fazem? Por que se lêem ao domingo três Leituras e nos outros dias duas? Por que estão ali, o que significa a Leitura da Missa? Por que se lêem e o que têm a ver? Ou então, por que a um certo ponto o sacerdote que preside à celebração diz: “Corações ao alto?”. Não diz: “Telefones ao alto para fazer fotografias!”. Não, não é agradável! E digo-vos que me causa muita tristeza quando celebro aqui na Praça ou na Basílica e vejo tantos telefones elevados, não só dos fiéis, mas até de alguns sacerdotes e bispos. Por favor! A Missa não é um espetáculo: significa ir encontrar a paixão e a ressurreição do Senhor. Por isso o sacerdote diz: “Corações ao alto”. Que significa isto? Recordai-vos: não levanteis os telefones.

É muito importante voltar aos fundamentos, redescobrir aquilo que é essencial, através do que se toca e se vê na celebração dos Sacramentos. O pedido do apóstolo São Tomé (cf. Jo 20, 25), para poder ver e tocar as chagas dos pregos no corpo de Jesus, é o desejo de poder de alguma forma “tocar” Deus para acreditar nele. O que São Tomé pede ao Senhor é aquilo de que todos nós precisamos: vê-lo e tocar nele para o poder reconhecer. Os Sacramentos vêm ao encontro desta exigência humana. Os Sacramentos, e a celebração eucarística de maneira especial, são os sinais do amor de Deus, os caminhos privilegiados para nos encontrarmos com Ele.

Assim, através destas catequeses que hoje começam, gostaria de redescobrir juntamente convosco a beleza que se esconde na celebração eucarística, e que, quando é revelada, dá pleno sentido à vida de cada um. Nossa Senhora nos acompanhe neste novo percurso. Obrigado.


Saudações

Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, em particular os fiéis da diocese de Santo Ângelo, desejando-vos que cresçais sempre mais no amor e na adoração da Eucaristia, para que este Sacramento possa continuar a plasmar as vossas comunidades.

Por fim, saúdo os jovens, os doentes e os recém-casados. A hodierna memória dos Santos Mártires, cujas relíquias estão conservadas aqui na Basílica de São Pedro, aumente em vós, queridos jovens, a atenção ao testemunho cristão até nos contextos difíceis; ajude a vós, amados doentes, a oferecer os vossos sofrimentos em apoio dos tantos cristãos perseguidos; encoraje a vós, estimados recém-casados, a confiar na ajuda de Deus e não só nas vossas capacidades.

Fonte: Vaticano 

domingo, 12 de novembro de 2017

Do que adianta ir à Missa se eu não posso comungar?

Pe. Henry Vargas Holguín | Nov 06, 2017 
 
Corinne Simon I Ciric
22 août 2017 : Messe lors de l'Université d'été d'Acteurs d'Avenir. Eglise d'Ury (77), France.

Não seria pior deixar de ir à Missa e aumentar o abismo entre você e Deus?

A misericórdia de Jesus para com os homens não diminuiu nunca, apesar da resistência que Ele encontrou e encontra até hoje. Seu amor pelos seres humanos é profundo e capaz de conduzi-los à vida eterna, à salvação. Além disso, o amor de Cristo é imenso, sincero e atingir a todos.

É o que o Evangelho nos transmite com a imagem do bom pastor. Jesus, o bom pastor, vai buscar a ovelha perdida e, se ela se deixa encontrar, confiando em seu pastor, Ele a salvará.

Ele é o Bom Pastor de todas as almas. Ele as conhece pelo nome e vai ao seu encontro, principalmente ao encontro das ovelhas perdidas; não quer deixar nenhuma solta no monte.

Deus quer salvar o salvável. Jesus não dá ninguém por perdido. Ele nos ajuda, embora tenhamos cometido pecado.

Sua atitude, quando alguma ovelha se afasta, é favorecer seu retorno.

Esses tipos de ovelhas ou de fiéis devem ser conscientes de que estão sendo convidados a se aproximar de Deus e a lutar para que essa proximidade seja cada dia mais plena e perfeita.

O cristão que está consciente de que está distante de Jesus, seja essa distância motivada por qualquer razão, deve permitir que a luz divina ilumine cada vez mais o seu interior. Em meio ao pecado, é preciso mostrar-se para que Deus veja que ele tem essa abertura a Ele. É o que Deus espera quando, pela boca de Jesus, diz “Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando” (Lucas 12,37).

Os fiéis distantes de Deus, que não podem comungar, mal fariam em manter ou, pior ainda, em ampliar a distância ou o abismo que o separa de Deus. É preciso reduzir essa distância.

Como? Há várias maneiras, entre elas:
  1. Recuperar e cultivar o sentido da transcendência, da dimensão religiosas, da sensibilidade espiritual;
  2. Confessar-se o quanto antes;
  3. Recuperar a vida de oração, com atitude penitencial e com o coração humilde. Volte a rezar o Santo Rosário, participe da Missa dominical, fazendo a comunhão espiritual etc.
  4. Com a mesma atitude penitencial ou de conversão, oferecer na oração as boas obras, obras de misericórdia pelos outros (vivos ou mortos);
  5. Oferecer a Deus a sua vida, os seus sacrifício e sofrimentos;
  6. Ler a palavra de Deus, a vida dos santos, o catecismo. Tudo isso fortalece a fé;
  7. Oferecer-se para algum serviço na Igreja.
Os fiéis que não podem ou não querem confessar devido, entre outras coisas, à falta de interesse e, como consequência não podem comungar são convidados a fazer a sua parte para que não desapareça o vínculo da unidade que possa existir entre eles e Deus.

De qualquer forma, esses fiéis não podem perder de vista a Santa Missa, principalmente a Missa Dominical. O fato de não assistir à Missa inteira aumenta a distância com Deus.

Alguém poderia dizer: Do que adianta ir à Missa aos domingos se eu não posso comungar? 

Se você está nessa situação e está indo à Missa, saiba que você está fazendo muito: para si mesmo (pois é uma maneira de se interessar por sua salvação) e para os outros (pois você pode oferecer a Deus o sacrifício redentor de Cristo, participando ativamente com a própria oração).

Se você pode ou não comungar é outra coisa. O preceito de “assistir Missas inteiras aos domingos e dias santos” é independente da comunhão. Quem assiste à Missa sem poder comungar não está impedido de rezar, participando, assim, ativamente da missa.

Só existe a obrigação de comungar apenas uma vez por Páscoa de Ressureição (Cânon 920). Isso pressupõe no mínimo a confissão sacramental uma vez ao ano (Cânon 989).

Por outro lado, é preciso dizer que a comunhão eucarística é o que há de mais sublime, inefável e importante para que o fiel esteja em graça e em perfeita união com Deus. Mas também é certo que essa não é a única maneira de estar unido a Ele e de amá-lo.

Durante a Missa, a oração de quem não pode comungar, principalmente a oração de arrependimento, é muito útil, assim como a oração que motiva a conversão.

A oração ajuda para que a fé não diminua, ajuda a não continuar pecando, a não se distanciar de Deus e a ter o perdão de Deus, juntamente com a confissão.

A Igreja recomenda, inclusive, a recorrer à comunhão espiritual quando não for possível receber a Eucaristia por estar em pecado mortal.

Além disso, a oração feita pelos outros, vivos ou mortos, tem um efeito muito importante: a oração retroalimenta. Assim, pois, se rezamos por alguém, ao mesmo tempo estamos nos ajudando, pois seu efeito espiritual nos faz sermos mais sensíveis diante dos mistérios de Deus e mais dispostos a cumprir sua vontade.

Fonte: Aletéia

Clique em COMUNHÃO ESPIRITUAL para saber mais.

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

RESPOSTA: Batismo de Fogueira? Batismo sem Padrinho?

Ave Maria!

Bom dia! Sou adulta e queria batizar. Quando era criança meu pai nao autorizou meu batismo na igreja catolica, porem minha bisavó materna fez o batismo de fogueira. Não lembro de muita coisa, eu tinha uns 5 anos. TEnho muita vontade de batizar, porém meus padrinhos sao falecidos e eu não consigo imaginar ninguém no lugar deles, e me sinto muito mal só de pensar na possibilidade de substitui-los. Existe alguma possibilidade da igreja validar esse batismo? Ouq eu possa batizar sem padrinhos? Obrigada

Bem, não há Batismo de Fogueira.

Além do Batismo tradicional da Igreja, feito na água, por Imersão ou por Aspersão, há o Batismo de Desejo e o Batismo de Sangue.

O que é Batismo de Desejo?
A Igreja reconhece o batismo de desejo aos catecúmenos, e também todos aqueles que sob o impulso da graça, sem conhecer Cristo e a Igreja, procuram sinceramente Deus e se esforçam por cumprir a sua vontade.

O que é Batismo de Sangue?
Uma vez que Cristo morreu pela salvação de todos, podem ser salvos mesmo sem Batismo todos os que morrem por causa da fé.

Esse batismo de sangue, assim como o de desejo, acarreta os frutos do Batismo, sem ser sacramento.

Leia mais sobre Batismo clicando em Sacramento do Batismo


Assim:

Existe alguma possibilidade da igreja validar esse batismo (de fogueira)?

Creio que não!


Eu possa batizar sem padrinhos?

Não!
O Código de Direito Canônico exige que o batizando-crismando tenha um padrinho.


O que fazer?


Primeiro.
Você não é Batizada.
Não recebeu o Batismo em nenhuma Igreja Cristã.
Mas quer ser batizada agora na Igreja Católica.
Então, você deve:

1) Procurar a Paróquia (Igreja) próximo a sua casa

2) Informar-se sobre a Catequese de Adultos e inscrever-se

Como você não recebeu nenhum Sacramento da Iniciação Cristã, após fazer a Catequese de Adultos você, além de receber o Sacramento do Batismo, receberá ainda (se não houver impedimentos) os Sacramentos da Eucaristia e da Crisma.

3) Quanto aos Padrinhos

Para ser Batizado e Crismado a Igreja exige que o fiel tenha Padrinho.

E qual a função do Padrinho/Madrinha? Orientar o fiel, acompanhá-lo e aconselhá-lo, na sua vida cristã.

Sei que antigamente tinha-se o hábito de escolher um santo(a) para padrinho/madrinha. Portanto, uma pessoa já falecida. Converse com o pároco, ele saberá esclarecer melhor suas dúvidas e te orientará da melhor forma sobre a possibilidade de pessoas já falecidas serem seus padrinhos e a presença de representantes deles no dia.

Para receber o Sacramento do Batismo o Batizando precisa de 1 padrinho E/OU 1 madrinha (portanto, pode ser só um pessoa ou um casal);

Para receber o Sacramento do Crisma o Crismando precisa de 1 padrinho OU 1 madrinha (portanto, só pode uma pessoa).

Para a pessoa ser Padrinho e/ou Madrinha é preciso que:

1) Seja designado pelo batizando ou por seus pais, ou no caso de ausência pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo;

2) Tenha completado 16 anos de idade;

3) Seja Católico, confirmado (crismado);

4) Já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia;

5) Leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vai assumir;

Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente.
 
6) Não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;

7) Não seja pai ou mãe do batizando (nem esposo(a) de uma pessoa adulta que irá se batizar); 

8) Solteiro ou Casado na Igreja Católica.

(Lembrando que, como esse "batismo" de fogueira não é válido, na prática, não houve batismo e, assim, não há padrinhos).

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

domingo, 5 de novembro de 2017

RESPOSTA: Quem vive em União Estável não pode ser Crismado!

Ave Maria!

Minha cunhada é adulta e vai ser batizada agora. 
Ela quer se crismar também, só que ela vive uma união estável. 
Pode se crismar nessa situação? 

Não!

Regra geral, o Adulto quando faz a Catequese, ao final, receberá todos os Sacramentos da Iniciação Cristã que lhe faltam.

Pelo visto, no caso de sua cunhada, ela não tem nenhum, assim, deveria recebê-los.

Eles são: Batismo, Eucaristia e Crisma.

Ocorre que para receber os Sacramentos da Eucaristia e da Crisma o fiel deve aproximar-se do Sacramento da Penitência (Cân 889) antes, ou seja, confessar-se com o Sacerdote e receber a absolvição dos pecados; porém, as pessoas que vivem em União Estável (não casaram na Igreja Católica) não podem receber a absolvição, desta feita, não podem também aproximar-se e receber os Sacramentos da Eucaristia e da Crisma.

E qual a solução?

Ela deve, se não tiver nenhum impedimento, receber o Sacramento do Matrimônio antes.
Para isso, ela deve procurar a Paróquia que frequenta, levando o Batistério dela e do companheiro (ou só dele, já que ela ainda não é batizada), e dá entrada nos proclamas. Em pouco mais de 2 ou 3 meses eles poderão casar, e depois disso, ela pode aproximar-se dos outros Sacramentos: Penitência, Eucaristia e Crisma.

Você pode se perguntar o que impediria de receber o Sacramento do Matrimônio.
Dentre outros:

1) Um dos dois já terem recebido esse Sacramento na Igreja Católica;
2) Ela viver em união estável com pessoa do mesmo sexo.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Introdução à Teologia do Corpo – Parte 2: No princípio não era assim





A criação do homem

No Evangelho de São Mateus, lemos que, nos confins da Judeia, para além do Jordão, alguns fariseus se aproximaram de Jesus com o intuito de o testarem no conhecimento da lei, perguntando a Ele se era permitido a um homem repudiar a sua mulher, por qualquer motivo. Assim Jesus respondeu: “Não lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher, e disse: ‘Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu, não o separe o homem”. Os fariseus, em seguida, questionaram Jesus: “Por que foi então, perguntarem eles, que Moisés preceituou dar-lhe carta de divórcio ao repudiá-la?”. Ao que Jesus replica, concluindo: “Por causa da dureza do vosso coração, Moisés permitiu que repudiásseis as vossas mulheres; mas no princípio não foi assim” (Mt 19,4ss). No Evangelho de São Mateus, lemos que, nos confins da Judeia, para além do Jordão, alguns fariseus se aproximaram de Jesus com o intuito de o testarem no conhecimento da lei, perguntando a Ele se era permitido a um homem repudiar a sua mulher, por qualquer motivo. Assim Jesus respondeu: “Não lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher, e disse: ‘Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu, não o separe o homem”. Os fariseus, em seguida, questionaram Jesus: “Por que foi então, perguntarem eles, que Moisés preceituou dar-lhe carta de divórcio ao repudiá-la?”. Ao que Jesus replica, concluindo: “Por causa da dureza do vosso coração, Moisés permitiu que repudiásseis as vossas mulheres; mas no princípio não foi assim” (Mt 19,4ss).

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

RESPOSTA: Quem vive em União Estável não pode ser Padrinho!

Ave Maria!

Bom dia
Minha filha que convidar para madrinha de crisma sua tia.
A tia e solteira e vive com um homem viúvo. Trata-se de uma união estável de mais de 20 anos.
Algum impedimento?

Há sim! 

Para ser padrinho/madrinha a pessoa deve frequentar os Sacramentos - Penitência e Eucaristia -, além disso, deve ser casada da Igreja Católica ou solteira (sem união estável).

No caso narrado, a pessoa vive em União Estável e está vivendo de forma irregular diante da Igreja Católica, desta feita, não pode aproximar-se do Sacramento da Penitência (uma vez que não pode receber a absolvição dos pecados), nem pode receber a Sagrada Comunhão.

A solução é que a tia receba, antes do dia marcado para o Sacramento da Crisma da sobrinha, o Sacramento do Matrimônio.
Pelo que você falou, não há impedimento, uma vez que o homem é viúvo e ela nunca casou na Igreja. Se ela procurar a Paróquia que frequenta, em, no máximo, 3 meses (na verdade menos) poderá casar - receber o Sacramento do Matrimônio - na Igreja Católica (basta ir na Secretaria com o Batistério* de ambos ou de um deles e informar a data que quer casar)
E uma união de 20 anos, seria bom regulamentar diante da Igreja né? Com certeza uma ótima oportunidade e uma bênção e enorme festa no céu e na terra!

E ainda, a pretensa madrinha deve já ter recebido também o Sacramento do Crisma.

Para ser padrinho/madrinha a pessoa precisa ser (Can 893 e 874):

a) católico confirmado (crismado);

b) maior de 16 anos;

c) já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia;

d) leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vá assumir;

Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente. 

e) não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;

f) não seja pai ou mãe do confirmado (nem namorado, nem noivo);

g) ser solteiro ou casado na Igreja Católica;

h) deve ser um padrinho e (no caso de Batismo)/ou (no caso de Batismo ou Crisma) uma madrinha (homem ou mulher)


*Batistério: Documento que informa que foi batizado na Igreja Católica emitido pela Paróquia onde a pessoa foi Batizada, para fins matrimoniais.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

De bem com o espelho e com os cabelos brancos!

Ao assumir os fios sem coloração, algumas mulheres vêm protagonizando quase que uma “campanha” espontânea para que outras reavaliem seu olhar sobre essa opção. Conheça, aqui, histórias de quem ostenta esse visual com (muito) orgulho

 

PUBLICADO EM 22/10/17 - 03h00

Kátia Oliveira - 62 anos


Foi há pouco mais de dois anos que a funcionária pública aposentada Kátia Oliveira, 62, resolveu assumir de vez as madeixas brancas. Assim, ela aumenta a lista de mulheres que colocam essa opção sob um prisma positivo, desconstruindo a imagem de desleixo a que eram relacionadas no passado. 

Avessas à prática de tentar disfarçar os primeiros fios brancos, mulheres de várias idades e perfis têm feito essa nesta opção. Algumas delas inserem-se no patamar das celebridades – como Isis Apfel, Vera Holtz, Rita Lee, Maria Bethânia e Meryl Streep, para citar alguns exemplos. Bem-resolvidas, ostentam madeixas inspiradoras. No caso, Kátia ainda está no processo de transição, que, vale dizer, pode ser demorado. E exigir paciência. “Na verdade, sinto que não fui eu, e sim o meu cabelo que pediu para ficar natural. Na hora em que percebi a proximidade dessa mudança, resolvi encarar todas as etapas do processo”, explica ela, que adotou um método. “Fui cortando aos poucos para que os fios brancos reinassem mais do que a antiga tintura e fiz cortes também mais ousados. Essa decisão me deixou mais confiante e segura”, garante.

Assim como Kátia, outras mulheres refutam veementemente a associação dos cabelos grisalhos a sinais de desleixo ou a um envelhecimento acelerado. Caso também da jornalista Caroline de Paula, 32, que começou a apresentar os primeiros fios brancos bem jovem, aos 18 anos. Há três anos, ela decidiu desencanar com a tintura, motivada principalmente pelo cansaço de voltar ao salão todo mês para o retoque da raiz. “Quando decidi parar de pintar, foi também para me livrar dessa prisão estética, principalmente a de ter que pintar o cabelo ‘obrigatoriamente’. Sempre curti muito o cabelo branco. Na minha opinião, não significa que estou velha, mas sim que ele é de outra cor. O platinado também não está na moda?”, brinca. Caroline conta que foi um cliente que viu o cabelo branco aparecer na raiz e sugeriu que ela assumisse os fios, opção também apoiada por seu namorado. No Instagram, a moça expõe suas impressões e incentiva quem planeja fazer o mesmo.

Caroline de Paula - 34 anos


Aceitação. Mas, sim, a opinião alheia ainda é um dos maiores incômodos na vida de quem quer assumir os cabelos brancos. Mesmo com o incentivo de amigos, Caroline lembra que, no início do processo, não foram poucos os que chegaram a constrangê-la, associando a ausência de cor ao descuido ou ao envelhecimento precoce – por conta de sua pouca idade. “Levo tudo numa boa. Não me enxergo velha e sempre falo que a velhice está na cabeça das pessoas; vem de dentro”, rebate.

Em paz com a escolha, ela também enxerga o novo visual como um processo de aceitação interior e uma grande prática de desapego aos padrões de beleza impostos pela sociedade. “Por que esconder algo que é da minha natureza? Tenho que ser feliz com a minha essência. O cabelo me empoderou! Hoje, uso o que quero e de fato sou mais ousada. Até uso mais maquiagem e tenho mais liberdade no vestir”, frisa ela, que, além dessa dose extra de auto-confiança, já inspirou outras mulheres a assumir os fios brancos – caso, por exemplo, de sua irmã. 


Transformação. O embranquecimento dos cabelos é, de fato, um processo natural do organismo. O dermatologista Alberto Cordeiro, especialista em cosmiatria da Horaios Estética, de São Paulo, diz que a idade em que surgem os primeiros fios brancos é bem variável. “Resultam do próprio envelhecimento do couro cabeludo. Com o passar dos anos, o estresse oxidativo vai aumentando a formação de radicais livres, fazendo com que o fio também envelheça, formando a canice, que é o termo técnico para cabelo branco”, explica.

A quantidade está relacionada também ao estilo de vida, o que justifica o fato de algumas mulheres possuírem mais cabelos brancos do que outras. “Toda a parte de qualidade de vida, como os cuidados diários, influenciam para o aumento dos fios brancos – caso de sono, alimentação, atividade física e estresse”, enumera. Uma curiosidade: os primeiros fios brancos costumam chamar a atenção também pela qualidade diante dos demais: “Eles tendem a ser mais grossos, menos flexíveis e mais ressecados que o fio normal. A estrutura física em si não se modifica, só há uma perda de pigmento”, salienta o dermatologista.

Por causa desse ressecamento natural, causado principalmente pela falta de melanina, a hidratação precisa ser reforçada. “Quem deseja deixar os fios grisalhos é aconselhado, desde o início da transição, a investir em cuidados como a hidratação e a nutrição dos fios, mas aconselhamos sempre a procurar a orientação de um profissional, para um tratamento mais personalizado”, explica Renata Souza, especialista em tratamentos capilares naturais do SpaDios.

Moda e beleza inspiram transição capilar


Mulheres maduras que deixaram as madeixas naturais têm figurado cada vez mais em publicações e desfiles de moda, incentivando para que outras a encarar essa etapa da vida com mais naturalidade. Recentemente, o modelo grisalho Jorge Gelati,52, fez bonito na passarela da Ellus, enquanto Vera Valdez, 81, queridinha de Coco Chanel e primeira modelo brasileira a fazer sucesso no exterior, desfilou na apresentação da última coleção da Renner. A tentativa está em sintonia com marcas e empresas, como a própria Renner, que abraçam a tendência de inserir pessoas reais em suas campanhas.

Para libertar-se das tinturas, Renata Souza, especialista em tratamentos capilares naturais do SpaDios, explica que é quase inevitável o contraste de cores no início do procedimento. “O início do processo de transição é, sim, difícil – porém é preciso enfrentá-lo, se o desejo for mesmo se libertar de vez das tinturas. O mais aconselhável é que cada um cuide dos fios desde o início e, para escapar de um possível desconforto na raiz, que adote o uso lenços e penteados que cubram esse início de crescimento”, aconselha.

Fonte: O Tempo

sábado, 21 de outubro de 2017

RESPOSTA: A sogra pode ser madrinha de batismo da nora?

Ave Maria!!

A sogra pode ser madrinha de batismo da nora?

SIM! Pode.

Mas, ela deve ser:

a) católico confirmado (crismado),

b) maior de 16 anos,

c) já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia

d) leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vá assumir,
 
Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente. 

e) não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada,

f) não seja pai ou mãe do confirmado (nem namorado, nem noivo);

g) ser solteiro ou casado na Igreja Católica;

h) deve ser um padrinho ou uma madrinha (homem ou mulher) ou um padrinho e uma madrinha.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

A contaminação espiritual pela prática e busca do oculto

Saiba como as contaminações espirituais acontecem (e como evitá-las)

Existem diversas formas pelas quais as pessoas são “contaminadas” pelas forças de Satanás. E quando digo contaminadas, quero dizer que de uma forma ou de outra, as pessoas se associam, se envolvem com realidades voltadas diretamente à obras diabólicas. Por vezes até mesmo na inocência e por não saberem realmente do que se trata. Mas mesmo não sabendo a verdade escondida por detrás de tais práticas, acabam buscando estas realidades…

O termo “contaminadas por certas realidades diabólicas,” também diz de realidades voltadas ao Ocultismo, e por isso permitindo que a ação do Mal também influencie de maneira direta ou indireta, realidades da vida desta pessoa.

A Palavra de Deus afirma que o povo perece por falta de conhecimento…

Com isso pretendo descrever de forma bem resumida, algumas atividades que podem levar uma pessoa à uma “contaminação espiritual,” por ter aberto uma “brecha” para a ação do Mal, e acabam por entrar em terreno inimigo, se expondo aos ataques do Demônio, que pode ter uma ação direta sobre a própria pessoa, e por vezes uma influência em toda a sua família!

Vou somente destacar 3 tipos de práticas votadas ao Ocultismo, nas quais compreendo que as pessoas mais buscam:

Passes Espíritas: Os passes espíritas são um dos meios queo Inimigo mais tem se utilizado para “contaminar” as pessoas que recorrem à esta prática. Quando você recebe um passe espírita, você está deixando que aquela ENTIDADE que pode estar incorporada numa pessoa, (que para nós é na verdade o próprio Demônio) ou então, mesmo que a pessoa não esteja incorporada, ela certamente invocará a força de determinadas entidades sobre você, e quando se permite isso, você dá acesso para que estes espíritos tome posse de você e da situação na qual você foi buscar ajuda por meio deste passe.

Quando a pessoa recebe um passe, por vezes ele é dado em algumas partes do corpo da pessoa, e para cada parte do corpo existe um significado para estes tipos de passes espíritas.

Geralmente as partes do corpo que recebem estes passes são: A Cabeça, as Costas, o Peito, os Braços e as Pernas.

Quando você se permite viver isso, o que de fato acontece é que você está se associando à estes espíritos, e está correndo um risco muito grande de colher frutos amargos provindos do Mal.

A Superstição e os Amuletos: A pessoa acaba se prendendo em um determinado objeto, ou a um tipo de rito, e esquece de quem é o Senhor de todas as coisas, e que somente Ele é capaz de nos livrar de todo o Mal que nos cerca! A pessoa acaba colocando a fé dela em algo morto, sem vida, um objeto; desviando – se assim cada vez mais de Deus!

Entre esses amuletos e superstições podemos incluir: Figas, Patuás ( geralmente é um pedaço de pano ou um objeto consagrado a uma determinada entidade), dentes de alho, plantas, ervas, ferradura, pé de coelhocristais, sinos, incensos e por ai vai….Estas formas de superstição tiram Deus do centro de suas vidas abrem portas a tudo o que não é Deus, e por isso o grande perigo de enveredar por caminhos do ocultismo…

Oferendas Espíritas: Nestes tipos de oferendas existe uma grande contaminação espiritual, é uma porta escancarada ao Demônio que age diretamente na pessoa que se envolve com este tipo de malefício. Há um envolvimento direto com a entidade, com o espírito maligno, que solicitou da pessoa algum tipo de oferenda, de oferta, para fazer aquilo o que a pessoa lhe solicitou! Existem diversos tipos de oferendas que estes espíritos Malignos exigem da pessoa que recorreu à eles, para que o pedido dela seja atendido. Ex: Bebidas, cigarros, charutos, velas, comidas de diversos tipos, animais vivos, sangue de animais e por vezes o absurdo do sacrifício humano!

A oferenda sempre está ligada a um ambiente: Cachoeira, encruzilhadas, cemitérios, pedreiras, rios, ruas, esquinas de ruas, matas, dentro das próprias casas ou ainda nos próprios terreiros…
Atenção: O nível de “contaminação” com este tipo de envolvimento com as trevas é muito grande, pois a pessoa está compactando com o Demônio e recorrendo à sua ajuda, para ele lhe conceder o que ela deseja!

Há casos de verdadeiras possessões diabólicas por causa deste tipo de envolvimento na qual a pessoa teve com o Demônio.

Penso que são estas as práticas que as pessoas mais buscam, e onde as pessoas mais se enganam na ajuda que procuram! Certamente teria muito mais o que falar de cada uma delas e de outras mais, mas deixo para os próximos artigos.

Não esqueçamos: “Se o Senhor é por nós, quem será contra nós?” (RM 8,31)



Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Pe. Fábio de Melo: “Respeitem a infância”



Diante da militância ideológica relativista e suas teses de "direitos sexuais das crianças", o bom senso pede passagem


Com a onda de militância ideológica relativista que ataca o Brasil sob o pomposo eufemismo de “direitos sexuais de crianças e adolescentes”, a reação dos cidadãos em defesa do bom senso se avoluma.

Nesse contexto, o padre Fábio de Melo publicou um texto, em sua conta na rede social Instagram, para defender os pequenos.

Se alguém pretende acusar o sacerdote de repetir o que alguns rotulam de “clichês cristãos”, pode procurar argumentos mais sólidos. O padre afirma: “Não é inteligente contradizer a ciência. O desenvolvimento do juízo moral é processual. Cabe aos tutores o acompanhamento em cada fase da vida”.

Confira o texto na íntegra:
Que a infância seja respeitada. Que toda criança tenha o direito de crescer, fluir sob a autoridade amorosa dos que a ajudam a descobrir a ética do bem viver.
Que a inocência não a abandone antes da hora. Que nunca lhe falte a mão pedagoga, condutora, o abraço que afugenta o medo e a ordem que lhe faz desbravar o mundo em pequenas medidas. Infância é o tempo sagrado em que a submissão faz sentido. Alguém decide por nós o que ainda não sabemos decidir sozinhos. Permitir escolher ao que ainda não está preparado para a escolha é desproteger. Não é inteligente contradizer a Ciência. O desenvolvimento do juízo moral é processual. Cabe aos tutores o acompanhamento em cada fase da vida. Infância é o tempo dos sins que facilitam, mas também das restrições que protegem.
Que toda criança tenha o direito à tutela do amor respeitoso. É nesse seio que deveríamos aprender as regras da fragilidade. Que nossos espaços humanos não desprotejam, tampouco instrumentalizem a infância com o intuito de fortalecerem a violenta crueldade do mundo. Que nossos meninos e meninas possam ser frágeis ao nosso lado, sem que isso lhes seja sinal de perigo. Proteger a infância é proteger o direito humano à fragilidade. O que não pode ser frágil a seu tempo sucumbe antes da hora. É a partir da fragilidade que descobrimos a força que nos habita. Onde houver uma criança desprotegida, lá o mundo inteiro padece, retrocede.
Fonte: Aletéia

Jesus, Maria e José, nossa família Vossa É!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Bispo brasileiro põe os pingos nos is quanto à guerra de ódio anticristão no Brasil






"Não é qualquer porcaria que é arte. 
Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. 
Mas existe solução"

Dom Henrique Soares, bispo de Palmares, PE, responde com clareza, firmeza e argumentação concreta às ideologias raivosas que querem se impor como “libertadoras da sociedade”, mas que, na prática, manipulam e tergiversam a linguagem e o próprio conceito de “censura” a fim de atacar e calar os pontos de vista contrários, em particular os cristãos.
Algumas de suas considerações:

Arte e hipocrisia

“A arte não é uma realidade absoluta. Arte é arte seguindo alguns critérios. Existem cânones. A beleza nasce de uma harmonia intrínseca nas coisas. Não é qualquer porcaria, desculpem a expressão, não é qualquer comportamento pervertido e perversor que se pode chamar de arte”.
“Falam em liberdade de expressão, censura, misturam um bocado de coisas. A arte deve exprimir o que é mais inexprimível no ser humano: a sede do bem, da verdade, do infinito. A arte deve transmitir, na música, na pintura, na literatura, as grandes saudades, as grandes questões humanas. Nesse sentido, ela é arte de verdade quando exprime o bem. Porque existe uma contra-arte. Vamos supor uma ‘arte’ para difundir o nazismo, o racismo; uma mostra de fotografia sobre a ‘decadência’ e ‘inferioridade’ dos negros. Isso é arte? Isso é liberdade de expressão. Isso tem técnica. Mas isso pode ser considerado arte? Pode ser veiculado no país? O artista deve ter direito de se exprimir, mas a liberdade do artista não é absoluta”.
“A liberdade, a Constituição garante. Mas ela também garante o direito dos outros de terem as suas convicções, crenças, valores respeitados. Quando alguém pega uma imitação de hóstia, não é uma coisa qualquer: é um significante que aponta para um significado. Se eu pego uma fotografia da sua mãe, ou da mãe do artista, e faço uma montagem que a denigre, isso é crime. Não adiantam subterfúgios”.

Censura e manipulação

“É interessante que alguns que criticam a ‘censura’ queriam muito censurar biografias. São hipócritas. Há uma dupla medida. Deus me livre de o Brasil ter censura. Agora, Deus me livre de ver o meu país com uma minoria anticristã, uma minoria que odeia a sociedade, a cultura judaico-cristã, que vai minando tudo que é conceito de família, religião, valores, moral. Deus me livre de ver esses grupinhos quererem se impor à sociedade”.
“Não é censura. Queremos uma sociedade plural, mas na qual todos sejam respeitados. E o respeito que eu mereço exige o respeito que eu dou ao outro. Nós não aceitaremos agressões aos valores, à cultura e à fé cristã”.
“Nunca queiram censura. Censura é péssima. A gente vive numa sociedade democrática. Agora, não deixem nunca que denigram a nossa fé. Denegriu, grite. Se alguma empresa financiou, boicote. Isso é democracia”.
“Às vezes, programas de grandes emissoras chamam, para dar opinião, gente de um lado só. Porque são emissoras que estão com uma ideologia de gênero, contra a família, contra valores cristãos e passam isso em novelas, em programas que parecem ‘cultos’, mas são pura picaretagem intelectual”.

As ideologias e a resposta da família

“Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Ele não tem mais critérios absolutos”.
“Existe uma onda muito forte de cristofobia. Ódio a Cristo e à Igreja. Ódio irracional e injusto”.
“A ideologia de gênero tem destruído na alma a juventude, a infância, valores da família. Não é questão de puritanismo, é de bom senso”.
“Essa sociedade se salva com famílias”.
“Não se cria filho à toa. O primeiro educador do seu filho é você. Acompanhe de perto o que o seu filho está aprendendo. E se a escola ensinar aberrações, os pais se organizem e gritem: ministério público, justiça, pressão na sociedade. Existem técnicos, nas instância do governo, que são totalmente dominados por essa ideologia anticristã, que quer destruir a nossa sociedade cristã. Não permitiremos que eles imponham a sua agenda miserável”.
O vídeo vai direto aos pontos quentes e merece ser visto e discutido em família, porque gera um debate imprescindível em nossos tempos de ódio disfarçado de “liberdade”:




Nossa Senhora Puríssima, rogai por nós!

domingo, 15 de outubro de 2017

RESPOSTA: Minha filha tem 11 anos ela pode se batizar na Igreja Católica?

Ave Maria!!

Minha filha tem 11 anos ela pode se batizar na ingreja católica ela vai fazer 12 anos em fevereiro

Se ela não foi ainda batizada, pode!

Qualquer pessoa, de qualquer idade, que não tenha recebido o Sacramento do Batismo (não seja batizada) e que queira, pode ser batizado na Igreja Católica. 

Procure a Igreja mais próxima da sua casa e informe-se sobre a Catequese para a Primeira Comunhão e inscreva a sua filha.
A Catequese dura, em média, 1 ano e começa no início de cada ano (fevereiro-março).
Quando terminar a Catequese sua filha receberá os dois Sacramentos: Batismo e Primeira Comunhão!
 
Procedimentos para o Batismo:

1) a pessoa ou os pais (no caso de criança) querer;
2) a partir de uma certa idade (idade da razão) será preciso participar da catequese.
3) os padrinhos terem mais de 16 anos, serem católicos crismados e viverem conforme a fé da Igreja;
4) os padrinhos precisam fazer um curso de batismo.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

sábado, 14 de outubro de 2017

A Virgem Maria sentiu dor durante o nascimento do Senhor, sendo ela imaculada?


Uma resposta curta, clara e bem fundamentada na doutrina católica

“Tu, que acolheste a palavra de Gabriel e, diante de uma natureza extasiada, geraste teu próprio Criador e permaneceste virgem antes e depois do parto, tem piedade de nós pecadores”: esta antífona mariana repete o que o dogma da Imaculada Conceição havia selado.


Como a virgindade de Maria permaneceu, mesmo após o nascimento de Jesus, é um mistério que só pode ser esclarecido à luz da fé.




Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!
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