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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Cardeal Arinze: “Protestantes que querem comungar devem se tornar católicos”



Redação da Aleteia | Maio 28, 2018

Card Arinze
CC

Purpurado nigeriano põe os pingos nos is: "A Sagrada Comunhão não é como compartilhar um bolo com cerveja"

Tem havido discussões em países europeus, principalmente na Alemanha, a respeito da proposta de se permitir que os cônjuges protestantes de fiéis católicos recebam a Sagrada Eucaristia ao participarem da Santa Missa em família.
Os que defendem essa possibilidade alegam que o cônjuge não católico também deveria poder comungar, como se o Corpo de Cristo fosse alguma espécie de “direito” a ser reclamado ou mesmo “herdado”.
Alguns membros da Conferência Episcopal Alemã têm pendido para uma possível autorização da Comunhão a protestantes em determinadas circunstâncias, enquanto outros bispos do país se opõem publicamente à medida e pedem que o Vaticano intervenha. O Papa Francisco tem exortado os bispos alemães a retomarem a unidade na conferência e a serem fiéis à doutrina católica. Eventuais intervenções só ocorreriam se houvesse iminente risco de ruptura, o que não é o caso: trata-se de um debate pastoralmente relevante numa sociedade altamente secularizada e relativista, na qual é preciso agir com equilíbrio entre a firme defesa da fé genuína e a cuidadosa escuta das inquietações dos fiéis unidos em matrimônios mistos. Desafios desse tipo vêm se multiplicando na Igreja.
A resposta, porém, deve necessariamente priorizar a pureza da fé, o que exige preparo consciente de parte do fiel. O próprio católico, afinal, só pode comungar depois de receber uma catequese preparatória para a Primeira Comunhão.
Em recente entrevista ao Catholic News Service, o cardeal Francis Arinze abordou a questão e destacou a importância de se respeitarem os princípios elementares de dignidade e preparação consciente para todo fiel que deseje receber a Eucaristia. Assim sendo, declarou ele, os protestantes que queiram receber a Comunhão devem se tornar católicos. Ele acrescentou que a Sagrada Eucaristia não pode ser compartilhada com os cônjuges protestantes como se fossem “amigos que compartilham cerveja ou bolo”.
“A Sagrada Eucaristia não é uma posse privada que possamos compartilhar com os nossos amigos”.
“Depois da Missa, vocês podem tomar juntos uma xícara de chá e até um copo de cerveja e um pedaço de bolo. Isso está bem. Mas a Missa não é assim”.
“É muito importante olhar para a doutrina. A Celebração Eucarística da Missa não é um culto ecumênico (…) É uma celebração dos mistérios de Cristo, que morreu por nós na cruz, que transformou o pão em Seu Corpo e o vinho em Seu Sangue”.
Ele também falou do termo “comunhão”, que, além de se aplicar à Eucaristia, também se refere ao pertencimento à mesma fé, ou seja, ao fato de “estarmos em comunhão” com a plenitude da fé cristã preservada pela Igreja.
“A Celebração Eucarística da Missa é a celebração da comunidade de fé. Aqueles que acreditam em Cristo estão se comunicando na fé (…) É a comunidade que celebra a Santa Eucaristia. Qualquer pessoa que não seja membro dessa comunidade não se encaixa em nada”.
Aos protestantes desejosos de comungar, o cardeal nigeriano convida:
“Venha! Seja recebido na Igreja! E então você pode receber a Santa Comunhão sete vezes por semana. Caso contrário, não”.
O cardeal Arinze visitou no último dia 24 de maio a abadia inglesa de Buckfast, que comemora mil anos de fundação. O mosteiro fundado em 1018 foi um dos muitos que o rei Henrique VIII suprimiu durante a Reforma anglicana.

Fonte: Aletéia

Graças e Louvores sejam dados a todo momento,
Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Modéstia na Cor UltraViolet


A Pantene elegeu a cor UltraViolet como a cor de 2018.










Essa cor pode ser composta junto com: cores neutras, amarelo, laranja, vermelho, verde.

Fonte: Google e Pinterest

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

segunda-feira, 28 de maio de 2018

sábado, 26 de maio de 2018

Nossa Senhora do Rosário


Na última aparição, em outubro de 1917, a Virgem Maria disse por fim o seu nome: “Sou a Senhora do Rosário”; e voltou a lembrar a recomendação já feita antes: “Continuem a rezar o terço todos os dias”. 

 
Por especial desígnio da infinita misericórdia de
Deus, Maria Santíssima revelou ao grande
São Domingos de Gusmão, fundador da
Ordem dos Dominicanos, um meio fácil e
seguro de salvação: o santo Rosário.


Foi durante aquela aparição que Nossa Senhora disse às três crianças: ” … Continuem a recitar o Rosário todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo e o fim da guerra…”
Fátima e o Rosário, as crianças de Fátima e Nossa Senhora são palavras profunda e inseparavelmente unidas entre si… Hoje, talvez mais do que nunca, Maria derrama graças sobre aqueles que rezam o terço … Conheça mais sobre a devoção e as graças que recebem aqueles que praticam a reza do terço, bem como a história da última aparição de Nossa Senhora em Fátima.
Por especial desígnio da infinita misericórdia de Deus, Maria Santíssima revelou ao grande São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Dominicanos, um meio fácil e seguro de salvação: o santo Rosário.
Sempre que os homens o utilizam, tudo floresce na Igreja, na terra passa a reinar a paz, as famílias vivem em concórdia e os corações são abrasados de amor a Deus e ao próximo. Quando dele se esquecem, as desgraças se multiplicam, implanta-se a discórdia nos lares, o caos se estabelece no mundo…

A Ave-Maria, base do Novo Testamento

São Domingos viveu numa época de grandes tribulações para a Igreja.
A terrível heresia dos albigenses se espalhara no sul da França e ameaçava toda a Europa. A profunda corrupção moral dela decorrente abalava os fundamentos da própria sociedade temporal.
Por meio de ardorosas pregações, durante anos tentou ele reconduzir ao seio da Igreja aqueles infelizes que se tinham desviado da verdade. Mas suas eloqüentes e inflamadas palavras não conseguiam penetrar aqueles corações empedernidos e entregues aos vícios.
O Santo intensificou suas orações…
Aumentou suas penitências… Fundou um instituto religioso para acolher os convertidos… De pouco ou nada adiantaram seus esforços. As conversões eram poucas e de efêmera duração.
O que fazer? Certo dia, decidido a arrancar de Deus graças superabundantes para mover à conversão aquelas almas, Frei Domingos entrou numa floresta perto de Toulouse e entregou-se à oração e à penitência, disposto a não sair dali sem obter do Céu uma resposta favorável.
Após três dias e três noites de incessantes súplicas, quando as forças físicas já quase o abandonavam, apareceu- lhe a Virgem Maria, dizendo com inefável suavidade: – Meu querido Domingos, sabes de que meio se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo? – Senhora, sabeis melhor do que eu, porque, depois de vosso Filho Jesus Cristo, fostes Vós o principal instrumento de nossa salvação.
– Eu te digo, então, que o instrumento mais importante foi a Saudação Angélica, a Ave-Maria, que é o fundamento do Novo Testamento. E, portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza meu Rosário.

Raios e trovões para reforçar a pregação

Com novo ânimo, o zeloso Dominicano dirigiu-se imediatamente à Catedral de Toulouse, para fazer uma pregação. Mal ele transpôs a porta do templo, os sinos começaram a repicar, por obra dos anjos, para reunir os habitantes da cidade.
Assim que ele começou a falar, nuvens espessas cobriram o céu e desabou uma terrível tempestade, com raios e trovões, agravada por um apavorante tremor de terra.
O Santo Rosário é a arma
daqueles que querem
vencer todas as batalhas.
(São Pio de Pietrelcina)

O pavor dos assistentes aumentou quando uma imagem de Nossa Senhora, situada em local bem visível, levantou os braços três vezes para pedir a Deus vingança contra eles, se não se convertessem e pedissem a proteção de sua Santíssima Mãe.
O santo Pregador implorou a misericórdia de Deus, e a tempestade cessou, permitindo-lhe falar com toda calma sobre as maravilhas do Rosário.
Os habitantes de Toulouse arrependeram-se de seus pecados, abandonaram o erro, e começaram a rezar o Rosário. Em consequência, grande foi a mudança dos costumes nessa cidade.
A partir de então, São Domingos, em seus sermões, passou a pregar a devoção ao Rosário, convidando seus ouvintes a rezá-lo com fervor todos os dias. Assim, obteve que a misericórdia de Nossa Senhora envolvesse as almas e as transformasse profundamente.
Maria foi a verdadeira vencedora dos erros dos albigenses.

Um sermão escrito pela Santíssima Virgem

Relata o Beato Alano uma aparição de São Domingos, na qual este lhe narrou o seguinte episódio: Rezando o Rosário, estava ele preparando-se para fazer na Catedral de Notre Dame de Paris um sermão sobre São João Evangelista. Apareceu-lhe então Nossa Senhora e lhe entregou um pergaminho, dizendo: “Domingos, por melhor que seja o sermão que decidiste pregar, trago aqui outro melhor”.
Muito contente, leu o pergaminho, agradeceu de todo coração a Maria e se dirigiu ao púlpito para começar a pregação. Diante dele estavam os professores e alunos da Universidade de Paris, além de grande número de pessoas de importância.
Sobre o Apóstolo São João, apenas afirmou o quanto este merecera ter sido escolhido para guardião da Rainha do Céu. Em seguida, acrescentou: “Senhores e mestres ilustres, estais acostumados a ouvir sermões elegantes e sábios, porém, eu não quero dirigir-vos as doutas palavras da sabedoria humana, mas mostrar-vos o Espírito de Deus e sua virtude”.
E então São Domingos passou a explicar a Ave-Maria, como lhe tinha ensinado Nossa Senhora, comovendo assim, profundamente, aquele auditório de homens cultos.

O Beato Alano de la Roche

As próprias graças e milagres concedidos por Deus através da recitação do Rosário encarregaram-se de propagá-lo por toda parte, tornando-se esta a devoção mais querida dos fiéis cristãos. Enquanto ela foi praticada, a piedade florescia nas Ordens religiosas e no mundo católico.
Mas, cem anos depois de ter sido divulgada por São Domingos, já ela havia caído quase no esquecimento. Como consequência, multiplicaram-se os males sobre a Cristandade: a peste negra devastou a Europa, dizimando um terço da população, surgiram novas heresias, a Guerra dos Cem Anos espalhou desordens por toda parte, e o Grande Cisma do Ocidente dividiu a Igreja durante longo período.
Para atalhar o mal e, sobretudo, preparar a Igreja para enfrentar os embates futuros, suscitou Deus o Beato Alano de la Roche, da Ordem Dominicana, com a missão de restaurar o antigo fervor pelo Rosário.
Um dia em que ele celebrava Missa, em 1460, perguntou-lhe Nosso Senhor: “Por que me crucificas tu de novo? E me crucificas, não só por teus pecados, mas ainda porque sabes quanto é necessário pregar o Rosário e assim desviar muitas almas do pecado. Se não o fazes, és culpado dos pecados que elas cometem”.

A partir de então, o Beato Alano tornou-se um incansável divulgador desta devoção, e assim converteu grande número de almas.

Fator decisivo de grandes vitórias

Foi, sobretudo, nos momentos de grandes perigos e provações para a Igreja, que o Rosário teve um papel decisivo, propiciou a perseverança dos católicos na Fé e levantou uma barreira contra o mal.
Ao ver a Europa ameaçada pelos exércitos do império otomano, que avançavam por mar e por terra, devastando tudo e perseguindo os cristãos, o Papa São Pio V mandou rezar o Rosário em toda a Cristandade, implorando a proteção de Nossa Senhora. Ao mesmo tempo, com o auxílio da Espanha e de Veneza, reuniu uma esquadra no Mar Mediterrâneo para defender os países católicos.
A sete de outubro de 1571, a frota católica encontrou a poderosa esquadra otomana no golfo de Lepanto. E apesar da superioridade numérica do adversário, os cristãos saíram triunfantes, afastando definitivamente o risco de uma invasão. Antes de travar-se o combate, todos os soldados e marinheiros católicos rezaram o Rosário com grande devoção.
A vitória, que parecia quase impossível, deveu-se à proteção da Virgem Santíssima, a qual – segundo testemunho dado pelos próprios muçulmanos – apareceu durante a batalha, infundindo-lhes grande terror.
No século XVIII, para comemorar a vitória do Príncipe Eugênio de Saboya sobre o exército otomano, devida também à eficácia do Rosário, o Papa Clemente XI ordenou que a festa de Nossa Senhora do Rosário fosse celebrada universalmente.

São Luís Grignion de Montfort
 

A Igreja seria ainda sacudida por muitas tempestades.Visando fortalecer seus filhos e prepará-los para suportar as grandes provações futuras, suscitou Deus uma alma de fogo com a missão de reacender a chama da devoção ao Rosário, o qual mais uma vez tinha caído no esquecimento. São Luís Maria Grignion de Montfort, o grande doutor da devoção à Mãe de Deus, exerceu sua missão profética um século antes da Revolução Francesa. As regiões nas quais se deram ouvidos à sua pregação foram as que melhor resistiram aos erros de sua época e conservaram íntegra a Fé.

Fátima, 1917: “Sou a Senhora do Rosário”

Já no século XX, quando a Primeira Guerra Mundial estava em seu auge, Nossa Senhora veio, Ela mesma, em pessoa, lembrar aos homens que a solução para seus males estava ao alcance das mãos, nas contas do Rosário: “Rezai o Terço todos os dias para alcançar a paz e o fim da guerra”, repetiu Ela maternalmente aos três pastorzinhos, em Fátima. Na última aparição, em outubro de 1917, a Virgem Maria disse quem era: “Sou a Senhora do Rosário”. E para atestar a autenticidade das aparições e a importância do Rosário, operou um milagre de grandeza nunca vista, presenciado pela multidão de 70.000 pessoas que estavam no local: o sol girou no céu, ao meio-dia, parecendo precipitar-se sobre a terra, retomando depois sua posição habitual no firmamento.
Milagres dessa magnitude, só no Antigo Testamento encontramos. Mas nem assim o mundo deu ouvidos à Mãe de Deus. E nunca se abateram sobre a Terra tantas desgraças, nunca houve tantas guerras, nunca a desagregação moral chegou tão baixo.
Entretanto, o meio de obter a paz para o mundo, para as famílias, para os corações, continua ao alcance de nossas mãos, nas contas benditas do Rosário, que Maria Santíssima trazia suspenso de seu braço quando apareceu em Fátima.

Salvou-se porque levava o Terço à cintura

Não é possível expressar quanto a Santíssima Virgem estima o Rosário sobre todas as demais devoções, e como é generosa em recompensar os que trabalham para divulgá-lo.
Conta São Luís de Montfort o caso de Afonso IX, Rei de León, a quem Nossa Senhora protegeu particularmente, pelo simples fato de portar o Rosário à cintura.
Desejando que os seus súditos honrassem a Santíssima Virgem, e para animá-los com seu exemplo, ocorreu a esse monarca portar ostensivamente um grande Rosário, ainda que não o rezasse. Isto bastou para incentivar os seus cortesãos a rezá-lo devotamente.
Na última aparição, em outubro de 1917,
a Virgem Maria disse por fim o seu nome:
“Sou a Senhora do Rosário” …

Algum tempo depois, o rei ficou às portas da morte, acometido por uma grave enfermidade. Foi então transportado em espírito ao tribunal de Deus, onde os demônios o acusaram de todos os seus crimes. E quando ia ser condenado às penas eternas, apresentou- se em sua defesa a Santíssima Virgem diante de Jesus.
Num prato da balança, foram colocados os pecados do Rei. No outro, a Virgem Maria colocou o grande Rosário que ele portara em honra d’Ela, juntamente com os Rosários que, devido ao seu exemplo, haviam rezado outras pessoas, e estes pesavam mais que todos os pecados por ele cometidos.
Depois, Maria Santíssima, olhando com misericórdia para o Rei, disse: “Consegui de meu Filho, como recompensa pelo pequeno serviço que Me fizeste, levando à cintura o Rosário, o prolongamento de tua vida por mais uns anos. Emprega-os bem, e faz penitência”.
Voltando a si, o rei exclamou: “Oh! Bendito Rosário da Santíssima Virgem, por ele é que fui livre da condenação eterna!” E, recuperando a saúde, passou a rezar o Rosário todos os dias até o fim da vida.


A palavra do Papa, porta-voz de Jesus

“O Rosário transporta-nos misticamente para junto de Maria (…) para que Ela nos eduque e nos plasme até que Cristo esteja formado em nós plenamente” – ensina o Papa João Paulo II. E acrescenta: “Nunca, como no Rosário, o caminho de Cristo e o de Maria aparecem unidos tão profundamente. Maria só vive em Cristo e em função de Cristo”.
Recordemos suas inspiradas palavras na Carta Apostólica “Rosarium Virginis Mariæ”: “O Rosário acompanhou-me nos momentos de alegria e nas provações.

A ele confiei tantas preocupações; nele encontrei sempre conforto. O Rosário é minha oração predileta. Oração maravilhosa! “Ó Rosário bendito de Maria, doce cadeia que nos prende a Deus, vínculo de amor que nos une aos Anjos, torre de salvação contra os assaltos do inferno, porto seguro no naufrágio geral! “Não te deixaremos nunca mais! “Serás o nosso conforto na hora da agonia. Seja para ti o último ósculo da vida que se apaga. E a última palavra dos nossos lábios há de ser o vosso nome suave, ó Rainha do Rosário, ó nossa Mãe querida, ó Refúgio dos pecadores, ó soberana consoladora dos tristes. Sede bendita em toda parte, hoje e sempre, na terra e no Céu. Amém.”

Nunca deixe de rezá-lo!

Sim, acatando fielmente essa exortação do Papa, nunca deixe de rezar o Rosário, sob pretexto de ter muitas distrações involuntárias, falta de gosto em rezá-lo, muito cansaço, insuficiência de tempo, ou qualquer outro. Para rezar bem o Rosário, não é necessário sentir gosto, ter consolações, nem conseguir uma aplicação contínua da imaginação. Bastam a fé pura e a boa intenção.

E veja quantos benefícios nos proporciona a recitação do Rosário!

• Eleva-nos ao conhecimento perfeito de Jesus Cristo.
Purifica nossas almas do pecado.
• Faz-nos vitoriosos contra todos os nossos inimigos.
Torna-nos fácil a prática das virtudes.
• Abrasa-nos no amor de Jesus Cristo.
Enriquece-nos de graças e méritos.
• Fornece-nos os meios de pagar todas as nossas dívidas com Deus e com os homens.

A tudo isso, acrescenta São Luís Maria Grignion de Montfort: – “Ainda que te encontres à beira do abismo ou já com um pé no inferno ainda que estejas endurecido e obstinado como um demônio, cedo ou tarde te converterás e salvarás, contanto que rezes devotamente todos os dias o santo Rosário, para conhecer a verdade e obter a contrição e o perdão de teus pecados”. (Revista Arautos do Evangelho, Out/2004, n. 34, p. 34 a 38)


Fonte: Arautos do Evangelho

Nossa Senhora de Fátima do Rosário, rogai por nós!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Por que uma mulher moderna se tornaria freira?!

 http://www.pom.org.br/mensagem-por-ocasiao-do-dia-das-religiosas-e-dos-religiosos/

Fonte: Pontíficas Obras Missionárias

 

Pessoas de fora frequentemente acham que as irmãs religiosas estão fazendo sacrifícios penosos, mas aqui está a verdade...


Em 2014, a modelo e atriz espanhola Olalla Oliveros surpreendeu o mundo da moda, desistindo de sua carreira de sucesso e entrando na vida religiosa – ela se tornou freira.

Enquanto Oliveros tomou a decisão real quatro anos antes, ela esperou para discutir sua decisão publicamente e disse que foi uma visita ao santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, que estimulou sua vocação. Em entrevista ao jornal El Diario de Carlos Paz, a modelo explicou que sentia uma crescente insatisfação com a sua vida e experimentou “um terremoto interno” quando estava em Fátima. “Deus me deu um papel e me escolheu, e eu não podia dizer não a Ele”, disse ela.

Acontece com muito menos frequência do que décadas atrás as mulheres decidirem entrar nas comunidades religiosas. Catholic World News informou em 2013 que mais de 3.000 mulheres deixam a vida religiosa a cada ano em todo o mundo. No entanto, há sinais de que a maré está virando, especialmente em algumas áreas do mundo, e algumas ordens religiosas estão vendo um crescimento substancial nas vocações. As moças continuam a ter um chamado à vida religiosa, mas o que faz uma mulher jovem e moderna deixar bons amigos, um namorado e uma carreira promissora para entrar em um convento? Como isso acontece?

Em uma palestra do TEDx de 2012 chamada “Why Nuns Don’t Have Midlife Crises (Por que as freiras não têm crises de meia-idade)”, a estudante de pós-graduação e pesquisadora J. E. Sigler discutiu os principais elementos do discernimento vocacional. Sigler entrevistou um grande número de mulheres religiosas para entender seus caminhos vocacionais e sua pesquisa mostra que há quatro elementos-chave ou passos comuns aos chamados religiosos, que ela chama de: silêncio (seguido de medo), assombração, salto e finalmente paz e alegria.

Sigler diz que o primeiro passo – o silêncio – é particularmente desafiador em nosso mundo barulhento, distraído e saturado de mídia, mas é necessário para ouvir e entender o próprio coração. Sigler também inclui o medo como parte do primeiro passo, porque inevitavelmente acontece quando uma pessoa sente um chamado à vida religiosa, mesmo que essa não seja a característica primária.

“Assombração” refere-se à experiência de ser incapaz de abandonar a ideia de uma vocação, uma vez que a semente foi plantada, e “salto” é o passo necessário, mas arriscado, de seguir o chamado. “Paz e alegria” são os fenômenos que Sigler têm visto repetidas vezes em suas entrevistas com as irmãs religiosas – uma experiência que muitas delas descrevem vividamente, e parece ser uma consequência inevitável de viver em profunda intimidade com Deus.

Luigi Tanzi, pai de cinco filhos, lembra-se do dia em que sua filha chegou com a surpreendente notícia. Chiara, a mais velha, tinha apenas 22 anos quando lhe contou sobre sua decisão de entrar no convento das Missionárias de São Carlos Borromeo, em Roma, uma ordem missionária. “É como se sua filha dissesse que ela está saindo de casa para se casar”, lembra Luigi – um momento naturalmente difícil para qualquer pai. “Mas quando ela se casar com Jesus, como você pode se opor ao noivo?”.

Enquanto muitas pessoas de fora acham que as freiras estão fazendo sacrifícios enormes – e insuportáveis ​​–, parece muito diferente da perspectiva dessas mulheres. Elas falam de suas vocações como uma alegria e um presente, em vez de um fardo. Há períodos de provações e dificuldades, mas o que ancora seus votos é um amor profundo e permanente.

A Irmã Ann Kateri, 38 anos, é membro da comunidade das  Irmãs Franciscanas da Renovação. Ela foi criada em uma família grande e feliz em Washington, DC, e depois de se formar na Universidade de Harvard, começou a trabalhar com os pobres para a Igreja Católica. Desde quando ela tinha 11 anos, ela sentiu uma forte atração por esse tipo de trabalho, mas também experimentou um grande desejo pelo casamento. Quando seu namorado – um homem católico maravilhoso – pediu-a em casamento, ela disse que sim, mas então uma grande tristeza desceu sobre ela. Pega de surpresa por essa reação, ela procurou as razões de sua tristeza e reconheceu que estava sendo chamada para outra vida, um tipo diferente de relacionamento conjugal, que – apesar da hesitação inicial – lhe trouxe uma tremenda alegria. Ouvir seu coração esclareceu sua ligação. Ela descreve o dia em que professou seus votos finais como “de longe o dia mais feliz da minha vida”.

A Irmã Mary Star of Evangelization, 26 anos, com a ordem Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, conhece essa mesma alegria, embora seu caminho fosse diferente. Ela cresceu protestante em Dakota do Norte, e não conheceu uma irmã religiosa até que ela estava na faculdade e já em seu caminho para ser católica. Ela decidiu se converter depois de conhecer uma série de estudantes católicos impressionantes que a ajudaram a ver uma conexão entre a fé e a razão que ela não tinha visto antes, especialmente porque seu pai era um cético. A irmã Star formou-se em engenharia química e alemã, e ansiava por uma vida confortável com um bom emprego e uma família católica feliz. Mas isso não era para ser.

Enquanto trabalhava com a FOCUS (Fellowship of Catholic University Students) após a formatura, ela conheceu uma comunidade de irmãs religiosas e ficou tão comovida com sua santidade que se sentou e chorou no canto a maior parte da noite. Ela não estava inicialmente certa de que ela tinha uma vocação. “Ficou claro para mim que eu queria essa santidade”, ela me disse, mas ela ainda via a si mesma se casando, então ela decidiu que “apenas iria buscar o casamento da maneira mais sagrada possível”.

Ela começou a direção espiritual e sentiu-se cada vez mais atraída pela vida religiosa. O evento surpreendente que esclareceu sua decisão foi semelhante ao da irmã Ann Kateri – um pedido de casamento. Um homem que ela namorou na faculdade tinha terminado com ela para se tornar padre, mas devido a alguns eventos inesperados, pensou que ele poderia ter cometido um erro e começou a persegui-la novamente. Ela não queria nada mais do que se casar com ele e começar uma família, então quando se viu estranhamente desinteressada, ela sabia que era um sinal. A certeza total não veio imediatamente, mas não demorou muito.

A irmã Star diz que depois de tomar sua decisão final de entrar no convento, ela experimentou uma tremenda felicidade que lhe mostrou que ela havia feito a escolha certa. “Toda a minha vida, eu tinha desenhado o meu senso de mim mesma e minha satisfação de ter o amor e a atenção de um homem, mas desta vez, foi o próprio Deus que deu essa felicidade para mim”.

A vertigem inicial desapareceu depois de um tempo, mas a irmã Star diz que é essencial que parte do consolo inicial desapareça para que ela possa ter certeza e escolher sua vocação com total liberdade, em vez de simplesmente em sua euforia. Ela menciona certas tentações que vieram a ela naquele momento, como o medo de perder seu senso de singularidade ao vestir o mesmo hábito e manter a mesma agenda que todas as outras irmãs de seu convento. Porém, a irmã Star diz que descobriu o quão diferentes todas são. Sua realidade “externa” é a mesma, mas seu universo interno é exclusivamente pessoal. Talvez o mais importante, há uma profunda paz e alegria.

“Se alguém tivesse me dito o quão incrível seria, eu teria me tornado uma freira há muito tempo”, diz ela.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Chapéu + Véu = Voillete



A cantora Katy Perry foi ao encontro com o Papa Francisco, conforme manda o protocolo do Vaticano: usando preto e com a cabeça coberta, aqui, ela escolheu uma Voillete.

A Voillete é uma excelente opção para ser usada em casamentos, batizados e/ou outros Sacramentos na Igreja Católica, de forma a cobrir a cabeça sem fazer uso do véu tradicional.


E no casamento do Príncipe Harry e de Meghan, algumas convidadas também fizeram uso da Voillete:


Amal Clooney 

Kitty Spencer, prima do noivo 

Sarah Rafferty, atriz 

Victoria Beckham


Leia mais sobre ela em clicando em: O que é uma Voillete?


Fonte: Aletéia e Google

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

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